A teoria do movimento em Aristóteles
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A teoria do movimento em Aristóteles
Edson Oriolo 1 - 2009/11/18

Edson Oriolo 1

Resumo


O presente artigo pretende expor a teoria do movimento em Aristóteles, deixando de lado as suas variedades, ou melhor, os problemas que se relacionam com o estudo do movimento: o infinito, o lugar, o vazio, o tempo, o acaso e a contingência e a causa do movimento. Este fragmento tem, pois, o objetivo de ajudar o leitor a compreender melhor a teoria do movimento segundo o Estagirita.

Abstract

The purpose of this article is to outline the Aristotelian theory of motion, setting aide its varieties, or, in other words, the problems related to the study of motion: the infinite, place, emptiness, time, chance, contingency and the cause of movement. The objective of this piece is to help the reader better understand the theory of motion according to the Stagirite.

Introdução

Aristóteles escreveu sobre todas as ciências, constituindo algumas desde os primeiros fundamentos, organizando outras em corpo coerente de doutrinas e sobre todas espalhando as luzes de sua admirável inteligência. Não lhe faltou nenhum dos dotes e requisitos que constituem o verdadeiro filósofo: profundidade, firmeza de inteligência, agudeza de penetração, vigor de raciocínio, poder de síntese, faculdade de criação e invenção, aliados a uma vasta erudição histórica e universalidade de conhecimentos científicos.

O Filósofo toma sempre o fato como ponto de partida de suas teorias, buscando na realidade um apoio sólido às suas mais elevadas especulações metafísicas. No estudo de uma questão, Aristóteles procede por partes: começa a definir-lhe o objeto; passa a enumerar-lhes as soluções históricas; propõe as dúvidas; indica a própria solução e refuta, por último, as sentenças contrárias.

A teoria do movimento é algo muito importante na filosofia aristotélica.

As contribuições de Aristóteles

Para Aristóteles, a metafísica constitui-se, necessariamente, como teologia. Ele se depara com a tarefa de garantir a imobilidade do ser, afirmando, contudo, o movimento presente na natureza. Para isso, ele desenvolve uma teoria do movimento desde a dupla caracterização ato-potência. Nessa perspectiva, o movimento é a atualização disso que já pertencia a um ente enquanto virtualidade. Se o ser é não apenas ato, mas também potência, as coisas podem sofrer modificações sem deixar de ser, pois tornar-se outro será, nesta concepção, entendido como a passagem de um modo de ser a outro, ambos sempre potencialmente presentes. Desde essa interpretação, forma-se a compreensão da divindade como motor imóvel, ato puro de contemplação de si mesmo, que não se relaciona com o mundo, mas apenas o atrai. Deus, de acordo com esse pensamento, nem sequer conhece o mundo, uma vez que o conhecer é movimento, é atualização de uma potência, e a divindade, sendo perfeita, é ato puro, realização plena na qual não cabe nenhuma possibilidade.

No campo da Ética, Aristóteles contribuiu com importantes investigações. Ele postulou o bem, ou antes o supremo bem, como a finalidade à qual tende toda ação. Todos estão de acordo que este bem último é a felicidade, apesar de diferirem as opiniões sobre em que esta consiste. É necessário defini-la em função daquilo que é ação própria do homem, de modo que a felicidade seja sua plena realização. Ora, se os homens se distinguem de todos os seres vivos pelo pensamento, o cultivo da razão será a suprema felicidade humana, e a vida de acordo com ela constituirá a vida virtuosa por excelência. Se a virtude, o bem e a felicidade se correspondem, o bem deve ser encarado como um fim em si mesmo, pois nele já reside a felicidade. A fim de determinar mais precisamente em que consiste a virtude, Aristóteles é levado a afirmar que ela constitui um meio, ou antes, a justa medida encontrada em qualquer ação. Este meio não é uma medida matemática, comum a todos os entes; antes, ele se estrutura em cada ação, de modo a configurar o ato pleno, ao qual nada pode ser tirado ou somado. A coragem é uma virtude, pois se dá como este meio, na medida em que chamamos de corajosa a ação precisa e necessária, uma determinada situação; se fosse algo menos do que foi, seria covardia; algo mais, temeridade.

O pensamento de Aristóteles exerceu influência marcante na história da filosofia, não apenas no mundo antigo e medieval, mas alcançando o pensamento moderno e contemporâneo, contribuindo para sua determinação. As questões levantadas por esse filósofo continuam sendo debatidas como questões fundamentais, e servem de paradigma a vários ramos da filosofia, como a ética, a lógica, a metafísica, a teologia natural, a estética etc. Uma questão que Aristóteles refletiu foi a questão do movimento.

O movimento na concepção dos pré-socráticos

Desde o seu começo, no século VI a.C., a especulação filosófica grega ocupou-se do problema do movimento. O movimento tornou-se problema filosófico, depois de ter sido negado pelos eleáticos como aparência ilusória. Os eleáticos haviam negado o devir e o movimento porque com base em suas teses de fundo, eles pressuporiam a existência de um não-ser. Enquanto Heráclito de Éfeso afirmava a mudança permanente de todas as coisas, Parmênedes apontava a contradição que existiria entre a noção de ser e a noção de movimento. 2

Heráclito de Éfeso, cognominado "o obscuro", desenvolveu um pensamento rico e profundo, de difícil interpretação. Um dos aspectos mais destacados desse pensamento é relativo à impermanência das coisas. O mundo todo é visto como um fluxo incessante, onde só permanece estável e inalterável o logos (lei) que rege a inevitável transformação de todas as coisas. 3

Heráclito diz que tudo está em movimento e o movimento se processa por meio de contrários.

"Para os que entram nos mesmos rios, correm outras e novas águas. Mas também almas são exiladas do úmido." 4

"Descemos e não descemos nos mesmos rios; somos e não somos". 5

"Em nós, manifesta-se sempre uma e a mesma coisa: vida e morte, vigília e sono, juventude e velhice. Pois a mudança de um dá o outro e reciprocamente". 6

"O tempo é uma criança que brinca, movendo as pedras do jogo para lá e para cá; governo de criança". 7

"É necessário saber que a guerra é o comum; e a justiça discórdia; e que tudo acontece segundo discórdia e necessidade". 8

Para Heráclito a natureza está sujeita a uma única lei: a da mudança. Tudo está em contínua mudança e contradição. Nada permanece igual, nada é fixo ou parado. A vida, a natureza, a sociedade, tudo o que existe é dinâmico, processual, em constante transformação. Tudo está em contínua transformação. Heráclito estabelece o princípio de uma compreensão dialética, mutável e transformadora da realidade.

Ao contrário de Heráclito, Parmênides de Eléia, verdadeiro fundador e figura máxima do eleatismo, vai afirmar a unidade e a imobilidade do ser. Provavelmente, dando-se conta de que a pesquisa sobre os princípios do universo equivalia a buscar "o que é" atrás das aparências ("o que parece") e das transformações ("o que se torna"), Parmênides vai prender-se à noção do "ser", e descobrir as exigências lógicas dessa noção. No poema em que expõe seu pensamento, dois caminhos são colocados: "que é" e "que não é". O segundo revela-se impossível (nada corresponde a "não-ser"). O caminho do ser, ao contrário, é necessário. A busca racional do "ser" vai revelar um ser uno, imutável, eterno (caso contrário, tem-se de apelar para a noção de não-ser, que é impossível). Talvez o modelo de ser para Parmênides seja o "ser verdade" de uma proposição matemática, que "é", e é "necessária", "eterna", "imutável". Mas, sendo também cosmológica sua pesquisa, Parmênides acrescenta algumas descrições "físicas" a esse ser: é esférico, limitado, homogêneo (sem interstícios de "não-ser"). Evidentemente, esse ser (lógico e cosmológico) de Parmênides não é corroborado pelos sentidos. Mas isso para Parmênides não parece ter importância: os sentidos não são instrumentos adequados para o conhecimento verdadeiro. Em face da óbvia contradição entre o ser revelado pela razão e aquele revelado pelos sentidos, Parmênides tem a audácia de afirmar a realidade do ser racional, pois só ele é inteligível (pode ser entendido). 9

Para ele, a verdadeira atitude filosófica é não se deixar enganar pelos sentidos. Só é verdadeiro aquilo que é produzido pelo puro exercício do pensamento, pois "pensar é ser".

O movimento é impossível, pois implica na passagem do não-ser para o ser. Assim, o verdadeiro ser é imóvel, uno e eterno. Parmênides acaba afirmando to contrário de Heráclito.

Enquanto Heráclito de Éfeso afirmava a mudança permanente de todas as coisas, Parmênides apontava a contradição que existiria entre a noção de ser e a noção de movimento.

Atualização da teoria do movimento em Aristóteles

Aristóteles não nega o vir-a-ser de Heráclito, nem o ser de Parmênides, mas une-os em uma síntese conclusiva, já iniciada pelos últimos pré-socráticos e grandemente aperfeiçoada por Demócrito e Platão. Segundo Aristóteles, a mudança que é intuitiva pressupõe uma realidade imutável, que é de duas espécies. Um substrato comum, elemento imutável da mudança, em que a mudança se realiza; e as determinações que se realizam nesse substrato, a essência, a natureza que ele assume.

Essa contradição, Aristóteles pretende evitar, através da interpretação analógica da noção de ser, que lhe permite fazer uma distinção fundamental: ser não é apenas o que já existe, em ato; ser é também o que pode ser, a virtualidade, a potência. Assim, sem contrariar qualquer princípio lógico, poder-seia compreender que uma substância apresentasse, num dado momento, certas características, e noutra ocasião manifestasse características diferentes: se uma folha verde torna-se amarela é porque verde e amarelo são acidentes da folha (que é sempre folha, independente de sua coloração). A qualidade "amarelo" é uma virtualidade da folha, que num certo momento se atualiza. 10

E essa passagem da potência ao ato é que constitui, segundo a teoria de Aristóteles, o movimento. O termo "movimento" tem frequentemente a mesma significação que os vocábulos "mudança" e "devir". 11

O problema do movimento é sem dúvida um dos principais desafios com que se defronta o pensamento Aristotélico. É o Livro III da Física de Aristóteles que traz uma definição rigorosa do movimento. A física aristótelica é, do princípio ao fim, uma teoria do movimento nesse sentido. "Tudo o que se move é movido por alguma coisa". 12

Ato e potência na filosofia aristotélica do movimento

Para explicar filosoficamente o movimento, é preciso recorrer às noções de ato e potência, que pertencem à metafísica. Movimento é a realização do que está em potência. Por exemplo: a construção, a cura, a aprendizagem, o crescimento, o envelhecimento são realizações de potencialidades.

Para Aristóteles o ato consiste, pois, na existência de uma coisa, não no sentido em que se diz que é potencial. É a atualidade de uma matéria, isto é, sua forma num dado instante do tempo; o ato é a forma que atualiza uma potência contida na matéria. É toda realidade que, como forma, tem como característica ser determinado, finito, perfeito, completo. Por exemplo, a árvore é o ato da semente, o adulto é o ato da criança, a mesa é o ato da madeira etc. 13

Potência é qualquer realidade que, como a matéria, tem como propriedades ser indeterminada, passiva e capaz de assumir várias determinações. É o que está contido numa matéria e pode vir a existir, se for atualizado por alguma causa. É a aptidão de um ser para tornar-se ou receber qualquer coisa. Por exemplo: Pedro está em potência para receber a ciência; a água quente está em potência para tornar-se vapor. Enquanto que o ato é, para um ser, o fato de ter recebido ou de se ter tornado aquilo que podia receber ou tornar-se. Pedro, tendo adquirido a ciência, é cientista em ato. A água aquecida a 100 ºC é quente em ato. 14

As noções de ato e potência constituem a maior descoberta, a mais profunda intuição metafísica de Aristóteles.

Pedro vai começar a aprender latim. Pode aprendê-lo, em virtude da sua qualidade de ser inteligente, e, mais particularmente, em virtude de seus primeiros estudos de gramática. Está, portanto, em potência para saber latim. Quando souber, será latinista em ato. Terá, portanto, passado da potência para o ato. É essa passagem, enquanto passagem, que constitui o movimento: é um ato (ou uma sucessão de atos), pois que consiste na aquisição progressiva dos elementos do latim: mas é o ato de um ser em potência, pois que Pedro não é ainda um latinista perfeito. Quando o for, cessará o movimento.

Para Aristóteles o movimento não pode ser reduzido simplesmente à potência ou ao ato; isto porque pode muito bem acontecer que certa quantidade de uma coisa esteja em potência sem estar, por isso, em movimento; e pode também estar em ato aquela mesma quantidade, sem que, por isso, a coisa esteja em movimento. 15

Aristóteles foi o primeiro filósofo a resolver os paradoxos do movimento pela teoria do ato e da potência.

O movimento enquanto enteléquia

Para Aristóteles, movimento não é apenas aquele que movimenta, pelo qual um móvel muda de lugar, mas é todo e qualquer tipo de mutação, como seria o caso, por exemplo, de uma mudança de cor ou de uma mudança de temperatura.

E chegamos à definição que Aristóteles dá de movimento: "A enteléquia 16 daquilo que existe em potência, nessa qualidade", ou o ato da coisa que existe em potência, quando considerada na enteléquia que possui na medida em que existe em ato, não em si mesma, mas como móbil ou ainda a enteléquia do móbil na sua qualidade de móbil. Assim, o movimento é para Aristóteles não só aparição, expansão ou degradação, como transporte; o movimento, para ele, é antes de mais nada absolutamente natural, apesar de poder conter movimentos forçados. 17

O movimento é uma enteléquia, é o término daquilo que existe em potência e na medida em que isso existe em potência.

Que assim seja o movimento e que o fato de seu movido só aconteça aos seres cuja enteléquia exista realmente neste estado, não lhe podendo ser nem anterior, nem posterior, é algo perfeitamente evidente: com efeito, cada coisa pode ou não pode existir em ato, como o construível; assim o ato do construível, enquanto construível, é construção; porque o ato do construível ou é a casa; mas quando é a casa já não é construível, e o que se constrói é o construível. É, pois, necessário que a construção seja o ato, e a construição um movimento.

O ser e o vir-a-ser

O movimento é o ato de ser em potência como tal. Quando do bronze se faz uma estátua, o devir não atinge o bronze como tal, pois na estátua continua a existir, mas atinge o que no bronze havia de potencial.

O movimento é, assim, ato. É o ato do "existente em potência enquanto tal". Quem é, porém, o "existente em potência enquanto tal" da definição do movimento?

É, em primeiro lugar, o móvel, por contradição ao movente, móvel que, durante o movimento está em potência ao ato ao qual tende o movimento. Nesse sentido, o movimento é ato do móvel.

Mas deve-se dizer também que o movimento é igualmente ato do movente, e não apenas do móvel.

Para entender isto, deve-se explicar que tudo o que é movido tem de ser movido por uma causa eficiente que lhe é externa, porque todo movimento pressupõe uma passagem da potência ao ato, e a pura potência não pode passar sozinha ao ato. Se o contrário fosse verdade, isto suporia na potência uma determinação já existente pela qual já não seria pura potência, mas ato.

A característica principal das coisas naturais, segundo Aristóteles, é o movimento, o vir-a-ser. Aristóteles parte da constatação de que os seres da natureza, todos ou parte deles, são movidos, como resultado da indução. O fato de serem movidos significa que eles vêm a ser, que mudam, que estão sujeitos à geração e à corrupção.

O ser tem muitos significados e que um grupo desses significados é dado pela dupla "ser como potência" e "ser como ato". Em relação ao ser-em-ato, o ser-em-potência pode ser considerado não-ser, mais precisamente, não-serem-ato.

O movimento, ou a mutação em geral, é precisamente a passagem do ser em potência para o ser em ato (o movimento é o "ato ou a transformação em ato daquilo que é potência enquanto tal").

Assim, o movimento não pressupõe em absoluto o não-ser como nada, mas sim o não-ser como potência, que é uma forma de ser, e assim, se desenvolve no âmbito do ser, sendo passagem de ser (potencial) para ser (atuado).

Aristóteles aprofundou ainda mais a questão do movimento, conseguindo estabelecer quais são todas as possíveis formas de movimento e qual é a sua estrutura ontológica.

Divisão do movimento segundo Aristóteles

Quanto ao movimento propriamente dito, Aristóteles o divide em quatro:

1) o movimento segundo a quantidade, isto é, o aumento e a diminuição, aplica-se, especialmente, aos seres vivos que a natureza dotou duma estatura a atingir;

2) o movimento segundo a qualidade, ou seja, a alteração: aplica-se, principalmente, às qualidades sensíveis, indo de um contrário ao outro;

3) o movimento segundo o lugar, ou seja, a translação, a qual pode ter lugar da direita para a esquerda, de frente para trás, ou de cima para baixo;

4) o movimento segundo a substância, ou seja, a geração e a corrupção, aplica-se mudança de forma, ao nascimento e a morte. 18

Aristóteles afirma a prioridade do movimento translação sobre os outros três.

Em todas as suas formas, o devir pressupõe um substrato, que passa de um oposto a outro: na primeira forma, de um contraditório a outro e, nas outras três formas, de um contrário a outro. A geração é o assumir a forma por parte da matéria, a corrupção é o perder a forma; a alteração é uma mudança da qualidade; o aumento e a diminuição são uma passagem de pequeno a grande e vice-versa; o movimento local é passagem de um ponto para outro. Somente os compostos de matéria e forma podem sofrer mutações porque só a matéria implica potencialidade; a estrutura hilemórfica (feita de matéria e forma) da realidade sensível, que necessariamente implica em matéria e, portanto, em potencialidade, constitui assim a raiz de todo movimento. 19


Notas:

1) O Côn. Edson Oriolo é mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Atualmente leciona Filosofia da Natureza no Instituto Filosófico Aristotélico-Tomista.
2) ARISTÓTELES. Col. Pensadores, Vol I, 1991, p. XIX.
3) BARNES, Jonathan. Filósofos Pré-Socráticos, 1997, p. 117-125.
4) BORNHEIM, Gerd ª (org.). Os Filósofos Pré-Socráticos, 1996, p. 36.
5) Idem, op. cit., p. 39.
6) Idem, op. cit., p. 41.
7) Idem, op. cit., p. 39.
8) Idem, op. cit., p. 41.
9) BARNES, Jonathan, op. cit., p. 149-172
10) ARISTÓTELES, op. cit., p. XIX.
11) Idem, op. cit.
12) Cf. CRESSON, André, Aristóteles, 1943, p. 59.
13) Idem, op. cit., p. 59.
14) CRESSON, André, op. cit., p. 59.
15) MONDIN, Batista. Curso de Filosofia. Vol. 1, 1997, p. 95.
16) Enteléquia (Gr. ?ντελ?χεια): Termo criado por Aristóteles para indicar o ato final ou perfeito, isto é, a realização acabada da potência.
17) BRUN, Jean. Aristóteles, 1986, p. 93-95.
18) REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia. Vol. 1, p. 192-193.
19) Idem, op. cit., p. 193.

Bibliografia

ARISTÓTELES. Acerca del alma. Madrid: Gredos, 1994.
______. Os Pensadores. Vol I, São Paulo: ed. Nova Cultural, 1991, Col.
BARNES, Jonathan. Os Pré-Socráticos. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
BORNHEIM, Gerd. (org.). Os Filósofos Pré-Socráticos. São Paulo: Cultrix, 1997.
BRUN, Jean. Aristóteles, Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1986.
CRESSON, André. Aristóteles. Rio de Janeiro: Edições 70, 1981.
DURANT, Will. A História da Filosofia. Col. Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1996.
HIRSCHBERGER, Johannes. História da Filosofia na Antiguidade. São Paulo: Herder, 1957.
JOLIVET, Régis. Lógica: Cosmologia. Rio de Janeiro: Livraria Agir, 1969.
MILLET, Louis. Aristóteles. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
MONDIN, Battista. Curso de Filosofia. Vol. 1. São Paulo: Edições Paulinas, 1982.
REALE, Giovani; ANTISERI, Dario. História da Filosofia. Vol. 1. 3 ed. São Paulo: Paulus, 1990.

 

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