Arquidiocese de Curitiba celebra Santa Edwiges
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Arquidiocese de Curitiba celebra Santa Edwiges
Gaudium Press - 2012/10/16

Curitiba (Terça-Feira, 16/10/2012, Gaudium Press) Fiéis da Arquidiocese de Curitiba, no Estado do Paraná, celebrarão hoje, dia 16 de outubro, o dia de Santa Edwiges, a padroeira dos pobres e endividados. A programação dos festejos, promovidos pela Paróquia dedicada a ela na capital paranaense, teve início no dia 12 de outubro e seguirá até o dia 21.

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Santa Edwiges

Hoje, dia em que se celebra a memória de Santa Edwiges, serão realizadas missas seguidas  de novena em dois horários: às 15h e às 19h30min. O bolo da santa foi montado com centenas de medalhas. De acordo com a tradição, quem encontrar a medalhinha alcançará a graça desejada. A distribuição do bolo terá início às 8h e seguirá até as 17h30min.

Amanhã, dia 17 de outubro, também haverá missa e novena às 15h e às 19h30min. No dia seguinte, 18 de outubro, a missa e novena acontecerão somente às 19h30min. Na sexta-feira, 19 de outubro, a celebração eucarística, seguida de novena, serão realizadas às 19h30min. Já no sábado, 20 de outubro, às 19h, ocorrerão a missa e novena. E logo após a vigília de oração pela canonização do Padre Piamarta.

No domingo festivo, dia 21 de outubro, a programação terá início às 4h30min com a transmissão da cerimônia de canonização do padre Piamarta pela TV Aparecida. Depois, às 6h, haverá a alvorada com fogos. A missa solene acontecerá às 9h, seguida de confraternização.

Paróquia Santa Edwiges fica localizada na Rua Ulisses Aurélio Visinoni, número 636, Conjunto Caiuá, em Curitiba, telefone (41) 3249-4640.

Sobre Santa Edwiges

Nascida no período Medieval, em 1174, Edwiges morreu em 1243 e foi canonizada em 1267. De família nobre, a santa não se acomodou diante da miséria e da dor humana vividas na época. Para ajudar os pobres e endividados, pagava as dívidas dos presidiários com o dinheiro de seu dote. Preocupada com a situação das mulheres que perdiam seus maridos nas guerras e viam-se a mercê da sorte, construiu em pequenos vilarejos conventos para abrigar viúvas e órfãos. Muitas se tornaram freiras e passaram a servir a Deus.

Depois de perder dois de seus filhos precocemente e, por último, seu marido, Edwiges retirou-se para o convento de Trébnitz e ali viveu, em jejum e oração até sua morte, aos 69 anos de idade. Sua fé foi motivo de muitos pedidos dos que viveram próximos a ela, depois de sua morte e, com vários milagres comprovados, a Igreja Católica a declarou santa em 1267, 24 anos após a sua morte.

Até hoje, seu corpo é venerado no Convento de Trébnitz, na Polônia, e existem igrejas no mundo inteiro dedicadas a ela. (FB/JS)

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