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Santo Hervê, Abade // São Raniero, Confessor - Data: 17 de Junho 2019
 
 
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SANTO HERVÊ, Abade (Século VI)

Santo Hervê, segundo a lenda, era filho de Hyarnion e de Rivanone.

Hyarnion, o bardo, piedoso e casto homem, deixou a corte do rei Childeberto para retirar-se à terra natal, a Bretanha. A caminho, adormeceu, e um anjo a ele em senhos apareceu, ordenando-lhe que se casasse com uma jovem, a pura Rivanone.

Desperto, impressionando pelo sonho, Hyarnion não tardou encontrar a mulher que o anjo lhe propusera.

Do casamento de ambos nasceu Hervê, que, pouco depois, tornou-se cego. Menino predestinado, buscou com avidez a solidão. Conta-se que um lobo o guiava.

Santo Hervê dirigiu um mosteiro em Plouvien, depois transferido para Lanhouarneau, onde faleceu e foi sepultado. Consta que Santo Hervê participou co concílio do Menez-Bré, reunido contra o tirano Conomor. (Vida dos Santos, Padre Rohbacher, Volume XI, p. 21)

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SÃO RANIERO, Confessor

São Raniero era natural de Pisa, tendo sido convertido por Alberto da Córsega, homem de grande santidade que a tudo abandonara para seguir Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vivendo solitariamente, depois de um certo tempo perdeu a vista. Os pais consternados, foram procurá-lo, e tanta era a dor que lhes ia na alma que Raniero, comovidíssimo, obteve de Deus a própria cura.

A uma ordem do Senhor, demandou os Lugares santos. Alimentando-se somente duas vezes por semana, embora se desse a rudes trabalhos, nem por isso perdeu o vigor que sempre teve.

Quatro anos depois da ordem recebida, satisfez o ardente desejo que lhe consumia a alma: tomou o hábito de peregrino. Com mais ardor do que então, revisitou os santos lugares, e passou a viver de esmolas.

Favorecido na Terra santa com numerosas visões, Nosso Senhor, por secreta inspiração, fê-lo tornar à cidade natal. Em Pisa, procurou os cônegos regulares, os quais, pouco mais tarde, deixava para se estabelecer no mosteiro de São Guido.

Em São Guido, Raniero foi mais humilde e mais dado às mortificações. Operou milagres, expulsou demônios e presisse a morte, que o levou desta para melhor vida no dia 17 de Junho de 1160, numa sexta-feira.

Enterrado pelo cônsul de Pisa, depois de 1591 foi o corpo do bem-aventurado Raniero depositado, com grande solenidade, na catedral da cidade.

Pouco antes da morte, São Raniero formulou uma benção para o pão e a água, que, bentos por ele ou por qualquer outro, mas empregando a fórmula, apaziguavam tempestades, curavam numerosas doenças, livravam possessos e libertavam prisioneiros. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XI, p. 26-27)

 
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