Ó Maria, doce Mãe de Jesus Cristo, Príncipe da Paz, eis a vossos pés, vossos filhos tristes, perturbados e cheios de confusão, pois, por causa de nossos pecados, afastou-se de nós a paz...
Quem é Deus? — perguntava o pequeno Tomás (ainda com cinco anos), puxando a longa manga de um venerável monge de Monte Cassino. A resposta convencional não satisfazia o desejo de saber daquele “frade” em miniatura. Seu pensativo silêncio não era ...
Coração dulcíssimo de Jesus, o mais santo, mais terno, mais amável e bondoso de todos os corações! Ó Coração vítima de amor, eterno gozo do Empíreo, conforto do mísero mortal e esperança última dos degredados filhos de Eva...
Ó Jesus desolado e ao mesmo tempo refúgio das almas desoladas, Vosso amor ensina-me que é de Vossos abandonos que devo haurir toda a força de que necessito para suportar os meus
Mãe digníssima do meu Deus e Soberana minha, Maria. Vendo-me tão desprezível e manchado, não devia ter a altivez de me chegar a Vós e chamar- Vos minha Mãe.
Divino Amor, ó vínculo sagrado que unis o Pai e o Filho, Espírito onipotente, fiel consolador dos aflitos, penetrai nos abismos profundos de meu coração...
O inesquecível Papa João Paulo II, na homilia do domingo de Pentecostes, em 31 de maio de 1998, teceu estes belos comentários sobre esta conhecida seqüência cantada pela Igreja no dia de Pentecostes:
Santíssima Mãe de Jesus, Esposa do glorioso São José, Vós pertencíeis à Sagrada Família e nela tínheis grandes obrigações a cumprir. Ah! Senhora, que solicitude e cuidados ...