No Natal, o nosso espírito abre-se à esperança, ao contemplar a glória divina escondida na pobreza de um enino envolvido em panos e reclinado numa manjedoura:  é o Criador do Universo, reduzido à impotência de um recém-nascido! Aceitar este  paradoxo, o paradoxo do Natal, é descobrir a Verdade que liberta,o Amor  que transforma a existência. Na Noite de Belém,  o Redentor faz-Se um de nós, para ser nosso companheiro nas estradas  insidiosas da História. Acolhamos a mão que Ele nos estende: é uma mão que não nos quer tirar nada, mas apenas dar. (Bento XVI, Mensagem Urbi et Orbi, 25 de dezembro de 2005) Foto: Igreja de Santa Catarina - Belém (Israel)