Bogotá (Sexta, 27-02-2009, Gaudium Press) Representantes dos grupos económicos da Colômbia aceitaram e disseram que estão dispotos a levar adiante a proposta que buscará um Acordo Nacional pela Paz e Reconciliação na Colômbia, apresentada pelo presidente da Comissão de Conciliação Nacional, monsenhor Rubén Salazar Gómez e por Augusto Ramirez Ocampo, membro da CCN.
O presidente da Associação Nacional de Industriais (ANDI), Luis Carlos Villegas, afirmou que a iniciativa tomada pela Comissão de Conciliação Nacional (CCN) é "plenamente apoiada pelas organizações empresariais", e que conta com "todo nosso apoio".
Também presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, o arcebispo Rubén Salazar Gómez,disse que busca construir "um mínimo de consenso que permita o país encontrar caminhos que possam nos unir na construção de uma Colômbia mais justa, mais fraterna e em paz. Desta maneira também contribuir eficazmente para o encerramento do conflito armado e do conflito social em geral".
Depois de apresentar os aspectos centrais desta iniciativa, Ocampo explicou que haverá nos próximos meses consultas e reuniões com diferentes setores da sociedade colombiana, a fim de "ir tecendo lentamente uma rede".
"Uma proposta tão sólida e tão simples que permita que à sua volta seja possível fazer uma convocação dos diversos partidos políticos", afirmou Ocampo, que também levará a proposta ao Governo e aos grupos armados.
Ele também apontou que, em virtude da realidade nacional e internacional, será necessário "buscar uma linguagem e propostas novas" para abordar o conflito colombiano. Por isso é necessário trabalhar para "construir um terreno comum" que dê respaldo à idéia.
Este primeiro encontro também contou com o presidente da Asopartes, Tulio Zuluaga, o presidente da Asocaña, Luis Fernando Londono, o representante da Confecámaras, Oscar Cadena, e o da Fedegan, José Miguel Narváez.