Julian carron.jpgCidade do Vaticano (Terça, 16-12-2008, Gaudium Press) Um ano após o grande encontro do movimento de Comunhão e Libertação com o papa na Praça de São Pedro, Dom Julián Carrón, presidente do movimento, reuniu-se na manhã de ontem com Bento XV, a portas fechadas.

 

A Fraternidade Comunhão e Libertação foi fundada na Itália em 1954 por Luigi Giussani, falecido em novembro passado, e se intitula um movimento eclesial cuja finalidade é a educação cristã de seus seguidores e a colaboração com a missão da Igreja em todos os âmbitos da sociedade contemporânea, conforme a página do movimento. Comunhão e Libertação (CL) é reconhecido pela Igreja.

 

À saída da audiência, Pe. Carrón conversou por alguns minutos com um repórter da Radio Vaticana, a quem comentou satisfeito o endosso do papa ao movimento e expressou elogios por seu Ministério. Segundo Carrón,  Comunhão e Libertação solicitou um encontro com o Santo Padre para “contar o que aconteceu e dividir com ele os frutos daquele encontro” em 2007.

 

“Para a nossa história, foi muito significativa a relação que Dom Giussani sempre manteve com o então cardeal Ratzinger. Nós, sobretudo agora, vemos seu Ministério como decisivo para a nossa vida de movimento, para a nossa história. Estamos sempre muito atentos àquilo que o Papa nos diz, para nos orientarmos nessa nossa estrada”.

 

Um dos principais objetivos do movimento é a disseminação da educação. Segundo Carrón, somente a difusão da cultura, “que nasce da competência à experiência cristã, está em grau de gerar uma humanidade com uma racionalidade toda aberta, como o Papa nos testemunha seguidamente”.