Não só a remissão dos pecados, necessária para quem pecou, é fruto do sacramento da Reconciliação.
Ele leva a uma verdadeira “ressurreição espiritual”, à restituição da dignidade e dos bens próprios da vida dos filhos de Deus, o mais precioso dos quais é a amizade do mesmo Deus.
Seria ilusório querer alcançar a santidade, segundo a vocação que cada um recebeu, sem se aproximar com frequência e fervor deste sacramento da conversão e da santificação.
Nunca seremos suficientemente santos a ponto de não precisar desta purificação sacramental: a confissão humilde, feita com amor, suscita uma pureza cada vez mais delicada no serviço de Deus e nas motivações que o sustentam.
Quem se confessa frequentemente e com desejo de progredir, sabe que recebe no sacramento, com o perdão de Deus e a graça do Espírito, uma luz preciosa para o seu caminho de perfeição.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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