Teleconferência organizada pela Congregação para o Clero

A lei eclesiástica do celibato sacerdotal decorre de uma imposição arbitrária da Igreja, como se fosse um tributo que o sacerdote deve pagar para receber a ordenação?

Ou, pelo contrário, é uma generosa e alegre doação de si mesmo, que liberta o ministro consagrado das preocupações com a família para ele ter condições de dedicar-se de todo o coração à sua missão pastoral em benefício dos fiéis?

Foi este o tema debatido em profundidade por teólogos de renome internacional na Teleconferência realizada em 28 de abril, sob o título O celibato e a paternidade do sacerdote.

Mais uma oportuna iniciativa da Congregação para o Clero, visando à formação permanente dos homens escolhidos por Deus para serem o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5, 13-14).

Transcrevemos, nos artigos seguintes, alguns trechos escolhidos de três conferências dentre as doze pronunciadas nesta ocasião.