A figura de Sant’Ana recorda-nos de fato, a casa paterna de Maria, Mãe de Cristo. Lá veio Maria ao mundo, trazendo em si aquele extraordinário mistério da imaculada conceição.
Lá era rodeada pelo amor e solicitude dos seus pais: Joaquim e Ana. Lá “aprendia” de sua mãe, de Sant’Ana, como se é mãe.
E, embora do ponto de vista humano, Ela tivesse renunciado à maternidade, o Pai do céu, aceitando a sua doação total, deu-Lhe a graça da mais perfeita e mais santa maternidade.
Cristo, do alto da Cruz, transferiu em certo sentido a maternidade d’Aquela que O gerara, dando a esta por objeto, em vez de Si, o discípulo predileto, e ao mesmo tempo fez que ela abrangesse toda a Igreja, todos os homens.
Quando portanto, como herdeiros da promessa divina, nos encontramos abrangidos por esta maternidade, e quando experimentamos a sua santa profundidade e plenitude, pensamos então que foi precisamente Sant’Ana a primeira a ensinar a Maria, sua Filha, como devia ser mãe.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas