Feri, ó Divino Espírito Santo, com o dardo de vosso amor os arcanos interiores de meu ser; inflamai, penetrando com as chamas da salvação, o íntimo do meu coração entorpecido; e iluminando com o fogo do santo fervor, apascentai as profundezas de minha alma e de meu corpo.
Dai-me de beber da torrente de vosso amor, para que já não mais me seja agradável degustar nada das doçuras envenenadas das coisas mundanas.
Julgai-me, Senhor, e separai minha causa da gente não santa; ensinai-me a fazer vossa vontade, porque Vós sois o meu Deus. Creio pois que, em qualquer lugar onde habitais, preparais uma morada igualmente para o Pai e para o Filho.
Feliz daquele que merecer hospedar-Vos, porque por Vós o Pai e o Filho nele fazem sua morada. Vinde logo, vinde, benigníssimo consolador da alma aflita, Vós que protegeis nas ocasiões favoráveis, que ajudais na tribulação.
Vinde, ó Vós que nos purificais de nossos crimes, que curais nossas chagas; vinde, doutor dos humildes, destruidor dos soberbos.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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