Argentina - Buenos Aires (Terça-feira, 22-05-2018, Gaudium Press) No domingo, festa de Pentecostes, reuniram-se mais de três milhões e meio de pessoas, em cento e dezessete cidades argentinas, contra o projeto de lei que legaliza o aborto até a décima quarta semana de gravidez. O debate foi permitido pelo presidente argentino Mauricio Macri. Ele afirmou que não vetaria uma lei se passasse no Congresso Nacional e deixou claro que é pessoalmente "a favor da vida".

Desde que Macri anunciou o debate esse foi o segundo ato pró-vida. Em março, também o movimento reuniu cerca de dois milhões de pessoas, nas ruas. Esse ato, a favor do nascituro, é promovido pela entidade Marcha pela Vida. Trata-se de uma organização que reune entidades nacionais pro-vida, entre elas: +Vida, Argentina Pro Vida e muitas outras.
Os organizadores declararam, em Buenos Aires, que "consideramos inadmissível que, nem plena democracia, estejamos debatendo a possibilidade de eliminar seres humanos, livremente". No comunicado distribuído durante a manifestação, os participantes pró-vida, explicam que mobilização foi feita pois "queremos proteger as duas vidas desde logo, seja isso feito a pedido da mãe ou não, o aborto acarreta à mulher e em torno dela um dano irreparável, e representa também um ataque contra o bem comum da sociedade".
Afirmam, também, que por trás do problema do aborto existem "situações difíceis e dolorosas, de violência, marginalização, pobreza, falta de formação, solidão e abandono; mas nossa convicção mais íntima é que o aborto nunca é a solução
Da Redação Gaudium Press, com informações Inés San Martín, Crux (JPS)
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