Angola - Luanda (Terça-feira, 13-11-2018, Gaudium Press) O Cardeal Fernando Filoni, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, se encontra em Angola, por ocasião dos 50 anos da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé.
No último domingo, 11, o purpurado visitou a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima em Luanda, onde recordou aos sacerdotes e religiosos das três Dioceses angolanas, que se encontram "na vanguarda da ação evangelizadora das Dioceses, das Paróquias e das Comunidades Religiosas". Além disso manifestou sua admiração pelo empenho missionário e reconhecimento pelo testemunho na obra de evangelização.
"Após o Mês Missionário de outubro, e o Sínodo dedicado aos jovens, e a caminho do mês Missionário de outubro de 2019, venho até vocês por ocasião do 50º aniversário da criação da Conferência Episcopal de Angola e de São Tomé e 50º aniversário do Concílio Vaticano II, para convidar a todos, com grande entusiasmo, a serem autênticos e zelosos ‘discípulos missionários', sempre apaixonados por Jesus e pela sua missão evangelizadora", afirmou.
O Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos pediu um comprometimento para que se entenda que "sacerdotes, religiosos e religiosas são principalmente homens e mulheres de Deus, portanto homens e mulheres de oração, homens e mulheres que tentam responder cada vez com mais coerência e autenticidade à sua vocação para a vida sacerdotal e religiosa e à sua missão ao serviço do Povo de Deus".
Nesse sentido, alertou para o espírito mundano que atinge a Igreja de todos os continentes, "esta mundanidade não é nada mais do que a mediocridade. Devemos superar essa mediocridade". E convidou os sacerdotes, os religiosos e as religiosas "a renovarem o compromisso de viver no celibato e na castidade" ajudados pela oração humilde e confiante. "Renunciando ao secularismo e à mediocridade, através do nosso encontro com Cristo podemos, como consequência, renovar a Igreja e todas as dinâmicas pastorais e missionárias".
Por fim, o Cardeal Filoni recordou aos sacerdotes, aos religiosos e às religiosas, sua responsabilidade como ordenados e consagrados de serem líderes das comunidades, "chamados a servir e a se dedicar inteiramente a eles, chamados a amá-los com todo o coração, assim como Jesus ama a sua Igreja". (EPC)
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