Estados Unidos - Detroit (Sexta-feira, 30-08-2019, Gaudium Press) O Coro Arquidiocesano de Detroit, Estados Unidos, será um dos três coros de Catedrais norte-americanas que cantarão no Santuário da Divina Misericórdia em Cracóvia no dia 19 de abril de 2020, quando a Igreja na Polônia comemora de maneira especial os 100 anos do nascimento de São João Paulo II. O coro, sob a direção de Joe Balistreri, viajará com 50 integrantes, suas famílias e amigos em companhia de um sacerdote para fazer do tour uma peregrinação.
"Por ser o centésimo aniversário de São João Paulo II, faremos um tour de São João Paulo II, a diferentes lugares de sua vida, olhando seu passado", relatou o Diretor do Coro a Detroit Catholic. "Cantaremos um concerto em outro templo em Cracóvia, mas o (evento) principal celebrará com o povo polonês a festa da Divina Misericórdia. Já cantamos um pouco de música polonesa, e dado que a Eucaristia será pública, provavelmente será em polonês".
Um coro para despertar o "Assombro Eucarístico"
A visita à Polônia é possível graças ao notável ressurgimento do Coro que o levou a interpretar diante do Papa Francisco em 2016 na Basílica de São Pedro. "Reformamos o coro arquidiocesano em 2012, para convertê-lo em um modelo de excelência", relatou Balistreri. "Trabalhamos muito duro, aprendendo e orando sua música. Ser convidado à Polônia é uma confirmação para nós de que este trabalho vale, que a beleza vale. Não importa em que parte do mundo se encontre, há uma necessidade de beleza; as pessoas tem fome de beleza".
A reestruturação do Coro obedece a uma missão mais elevada que a da mesma perfeição técnica. "Em ‘Desatar o Evangelho', o Arcebispo Vigneron fala sobre a necessidade de que todos sintam um ‘assombro eucarístico'", explicou o Diretor. "A Sagrada Eucaristia é incrível, e temos que adorá-la com uma beleza assombrosa. Deveria inspirar beleza. Deveríamos sonhar como se estivessemos deslumbrados na presença do Deus vivo". Isto não é somente realizado através do trabalho humano, mas segundo Balistreri é uma mostra da ação divina. "A maior alegria que tenho quando dirijo é quando o coro está cantando, e temos uma certa unidade que transcende o texto. Nunca sucede no ensaio, mas durante a Missa, quando sentimos essa incrível unidade, quando o Espírito Santo está ali, há muita alegria. Nesse momento, somos muito maiores que a soma de nossas partes. É um som mais forte e alegre".
"Quando o Arcebispo está na Catedral, representa uma Igreja unida em Detroit, pelo que todo o relacionado com a Missa deve gritar beleza", concluiu o maestro. "Aí é quando desejo que possamos aumentar nosso esforço três vezes; quando Cristo vem ao nosso mundo, devemos oferecer beleza. É a beleza que salvará o mundo". (EPC)
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