Quito - Equador (Terça-feira, 02-07-2019, Gaudium Press) No último sábado, 29 de junho, mais de cem mil pessoas saíram às ruas de Quito, Guayaquil e outras cidades do Equador em defesa da vida, da família e de dispositivos constitucionais que preservam estas instituições de direito natural e cristão.
A marcha de sábado foi a continuação de uma série de numerosos e concorridos protestos pacíficos que ocorreram no dia 22 de junho, em diferentes cidades no Equador, com o lema:
"Respeito à Constituição, à família e à vida."
Nas manifestações os participantes exigiam a anulação de uma sentença da Corte Constitucional do Equador que abre as portas para o casamento homossexual e expressavam sua rejeição às tentativas de legalizar o aborto, o cultivo e consumo "medicinal" da maconha e a mudança de sexo de menores sem consentimento dos pais.
Constituição e Lei de Deus
No último dia 12 de junho, a Corte Constitucional, mediante a sentença Nº. 11-18-CN/19, abriu as portas para o casamento igualitário entre pessoas do mesmo sexo no Equador, violando o artigo 67, além de violar a Lei de Deus.
Este artigo estabelece que "o casamento é a união entre homem e mulher com base no livre consentimento das pessoas contraentes e na igualdade de seus direitos, obrigações e capacidade jurídica".
A marcha a favor da família e da Constituição que ocorreu em Quito, Guayaquil, Cuenca, Ambato, Manta, Milagro, Babahoyo, entre outras cidades, promoveu uma petição a ser encaminhada às autoridades civis do País:
"Pela ordem constitucional, pelo equilíbrio institucional, pelo respeito ao estado de Direito e pela defesa da instituição do casamento, peço-lhe que mantenha a atual redação do art. 67 da nossa Constituição", destaca a petição. (JSG)
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