São Paulo (Segunda-feira - 17-02-2014, Gaudium Press) - Na Arquidiocese de São Paulo, como nas outras dioceses, os párocos são substituídos, depois de exercerem por certo tempo, esta função em alguma paróquia. É algo de rotina, porém, pela sacralidade do ato, sai do casual e, por sua sacralidade, eleva-se, transforma-se em fato importante, noticioso, histórico...
Neste ano houve uma coincidência de datas e nos dois primeiros meses foram inúmeros os párocos que foram substituídos por outros tantos sacerdotes que receberam provisão episcopal para exercerem esta função: Nove de fevereiro de 2014, Igreja Imaculado Coração de Maria, da Rua Jaguaribe, 735, São Paulo, ao encargo do sacerdotes cordimarianos (Claretianos). Tudo pronto para a tomada de posse do novo pároco, padre Brás Lorenzetti. A equipe litúrgica revisa os últimos detalhes antes do inicio da cerimonia. O Bispo, D. Tarcisio Scaramussa, chega com tempo para revisar detalhes da liturgia. Presença em peso das comunidades claretianas (da Jaguaribe e da Martim Francisco).
Também no salão paroquial e na cozinha as equipes trabalham para deixar o ambiente pós-missa agradável aos visitantes e à comunidade paroquial.
A celebração eucarística de posse transcorre normalmente, segundo o ritual: o novo pároco recebe as chaves da Igreja e do Sacrário que deve ser o centro de espiritual. O livro dos Santos Evangelhos é também entregue: ele vai levar a Palavra de Deus aos seus paroquianos.
Ele recebe também os Santos Óleos do batismo e logo vem o momento da imposição da estola para simbolizar sua incumbência e provisão para ministrar os sacramentos, entre eles, o sacramento do perdão, a confissão.
Pouco antes, diante do Bispo, o neo pároco havia renovado suas promessas sacerdotais, declarado sua adesão total às verdades do Credo e sua obediência à Igreja e seus legítimos pastores: tudo muito repleto de seriedade, comprometimento, amenidade.
Por isso não faltava a presença da emoção. Ela nascia do agradecimento antecipado, do reconhecimento de que toda a cerimônia conduzia o pároco a ser, mais que dirigente, alguém que serve a Deus na pessoa do irmão. Sem dúvida, uma responsabilidade assumida que emociona... que abre a alma e introduz nela luz para compreender que a alegria nasce do "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo".
Mas, a celebração chegava a seu final e alguns representantes fazem uso da palavra: Gratidão ao pároco cessante (Padre Helmo Cesar Faccioli) e aos seu dezessete anos de intensa atividade e doação.
O empossado também pronuncia palavras de gratidão e lança sua proposta para o futuro e logo chegaria o final da tomada de posse do novo pároco. Era a hora dos cumprimentos, da confraternização e também do almoço.
Representantes das diversas pastorais e equipes paroquiais acolhem os visitantes. . . de Rio Claro, onde até bem pouco tempo atrás sérvio o Padre Brás. Os jovens servem, o clima é de contentamento, esperança...
Os visitantes ainda ficam um tempo para conversar, trocar experiências, conviver, estarem juntos: são todos irmãos... A equipe da cozinha ainda fica trabalhando até a noitinha para o "post festum...", estão todos contentes. (JSG)
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