Lamego - Portugal (Quinta-feira, 31-10-2013, Gaudium Press) "Rezar não é para beatos e beatas. Rezar é para militares e militantes. Rezar é um ato de verdade e de coragem, que implica o máximo risco", afirmou o Bispo de Lamego, Dom Antônio Couto, em missa celebrada no Dia do Exército, comemorado em Portugal no último domingo, 27.
Comentando o Evangelho do dia, que contava a parábola do fariseu e do publicano, o prelado explicou que o publicano, "sempre ao fundo da cena", se reconhece como pecador e enfrenta a "situação-limite que é rezar", pedindo a Deus "a esmola do perdão".
O publicano "desceu justificado para sua casa". Segundo Dom Antônio, "justificar significa transformar um pecador em justo", ação que somente Deus pode realizar.
Para o prelado, o fariseu que existe em cada um desperdiça o tempo de rezar, julgando-se o centro do mundo, pelo fato de jejuar mais do que a lei exige e estar em dia com o dízimo.
A celebração eucarística pelo Dia do Exército, que contou com a presença de mais de seiscentos militares, foi presidida pelo Bispo da Diocese de Lamego, pois o novo Bispo da Diocese das Forças Armadas e de Segurança, Dom Manuel Linda, nomeado recentemente, ainda não tomou posse do cargo. (EPC)
Com informações da Agência Ecclesia.
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