Lembrando a Instrução Litúrgica Redemptionis Sacramentum, afirmou Dom Joachim Meisner, Arcebispo de Colônia (Alemanha):
A forma e o conteúdo são uma realidade indispensável na vida humana. Onde se perde a forma, também o conteúdo se fragmenta. Isto é válido particularmente para os gestos litúrgicos e para os ritos de culto, de modo especial na Celebração Eucarística.
O povo de Deus tem direito à Santa Missa celebrada de modo autêntico segundo as normas litúrgicas.
Em relação aos ritos e aos gestos da Liturgia, não se trata de práxis, mas de sinais externos que indicam o valor interior da Celebração, oferecendo o sacrifício que Cristo cumpriu na Cruz e propondo a Ressurreição do Senhor.
Para o sacerdote e para a comunidade, trata-se de meditar e cumprir as formas exteriores, partindo do seu conteúdo.
Além disso, é recordado [na Instrução Litúrgica] o uso exclusivo das orações eucarísticas legitimamente aprovadas pela Santa Sé, as quais (exceto as aclamações) podem ser recitadas unicamente pelo sacerdote.
De resto, a Instrução indica a necessidade da reta disposição para quem se aproxima da Sagrada Comunhão.
Isso significa particularmente que, no caso de um pecado grave, há necessidade de procurar primeiro a Confissão sacramental para uma recepção frutuosa do Sacramento.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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