Ocorreu em muitas das cidades onde os Arautos atuam: de Asunción a Lisboa, de Campo Grande a Maputo, passando por São Paulo, Ponta Grossa, Fortaleza, San José (Costa Rica) e San Salvador.
De helicóptero, escuna ou avioneta, sacerdotes e diáconos da instituição conduziram com a devida reverência o Santíssimo Sacramento ou portaram com amor filial uma imagem de Maria Santíssima, rezando, cantando ou recitando o Santo Rosário.
O objetivo era sempre o mesmo: manifestar nossa Fé e confiança na Providência Divina e pedir a Nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de sua Santíssima Mãe, que proteja e abençoe os fiéis nos dias difíceis pelos quais passamos.
Vivemos, com efeito, tempos de grandes mudanças. Diante do panorama que se descortina aos nossos olhos, os cálculos e forças humanas pouco valem. Mas por que nos perturbarmos?
Não diz Jesus, no Evangelho, que até os cabelos da nossa cabeça estão todos contados (cf. Lc 12, 7) e que nenhum deles cai sem permissão divina (cf. Lc 21, 18)?
Próximos da realização das promessas de Fátima, e sentindo a impotência humana diante das enfermidades, das forças da natureza até das vicissitudes da economia global, chegou a hora de olharmos para o Alto.
É preciso, mais do que nunca, pedir que a bênção de Jesus e de Maria desçam sobre nós e nos protejam em toda e qualquer circunstância, por mais complicada que seja.
Foi esse o espírito com que os Arautos do Evangelho realizaram as procissões aéreas e marítimas. E é também com essa impostação que procuram realizar todas as atividades do dia a dia, nesta época de pandemia e confinamento.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas