A doutrina católica sobre o Purgatório foi definida em especial no Concílio de Florença (1438-1445) e no de Trento (1545-1563), com base em textos da Escritura (II Mc 12,42-46; I Cor 3,13-15) e da Tradição, conforme nos ensina o Catecismo da Igreja Católica.1
A Constituição Dogmática Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, aborda a questão2: “Orações pelos defuntos, culto dos Santos”.
Em sua solene profissão de Fé intitulada Credo do Povo de Deus, feita em 30 de junho de 1968, o Papa Paulo VI inclui as almas “que se devem ainda purificar no fogo do Purgatório”.3
O Papa João Paulo II refere-se ao Purgatório em vários documentos:
— Mensagem ao Cardeal Penitenciário-Mor de Roma, 20/03/1998;
— Carta ao Bispo de Autum, Châlon e Mâcon, Abade de Cluny, 02/06/1998;
— Audiência Geral de 22/07/1998;
— Audiência Geral de 04/08/1999;
— Mensagem à Superiora Geral do Instituto das Irmãs Mínimas de Nossa Senhora do Sufrágio, 02/09/2002.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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