Quem dera que os mortais conhecessem o valor da graça divina, como é bela, nobre, preciosa; quantas riquezas esconde em si, quantos tesouros, quanto júbilo e delícia!
Sem dúvida, então, eles empregariam todo o empenho e cuidado para encontrar penas e aflições! Iriam todos pela terra a procurar, em vez de fortunas, os embaraços, moléstias e tormentos, a fim de possuir o inestimável tesouro da graça.
É esta a compra e o lucro inicial da paciência. Ninguém se queixaria da cruz nem dos sofrimentos que lhe adviria, talvez, se conhecesse a balança onde são pesados para serem distribuídos aos homens.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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