O maior fruto deste Sínodo, que terminou, é uma consciência maior da Igreja de que a Eucaristia é realmente seu centro de vida, de tal forma que se pode falar de uma eclesiologia eucarística.

Ao mesmo tempo, a Eucaristia leva a Igreja para a missão e lhe dá um programa de missão, tanto no sentido de anunciar a pessoa de Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e seu Reino, quanto no sentido de construir um mundo justo, fraterno e pacífico.

Tudo isso, combatendo a miséria, a fome, a pobreza, a desigualdade social, a violência e o terrorismo, na esperança do Reino futuro e definitivo, após a ressurreição dos mortos.

Outro aspecto em que muito se insistiu, foi a importância da adoração do Santíssimo Sacramento fora da Missa e as muitas formas de devoção eucarística conhecidas. Destacou-se a legitimidade e a promoção da adoração eucarística.

Contudo, reafirmou-se o conteúdo integral da reforma litúrgica feita pelo Concílio Vaticano II, ao mesmo tempo em que se combateram os abusos posteriores e algumas formas redutivas de interpretar a reforma conciliar, como, por exemplo, não dar a devida importância à adoração do Santíssimo Sacramento fora da Missa.

Alguns assuntos mais complexos, como a admissão de cristãos não católicos à Comunhão eucarística, a proibição da Comunhão eucarística para os divorciados recasados e o celibato dos padres (com a possibilidade ou não de ordenar homens casados) foram abordados rapidamente, mas não exaustivamente estudados.

Nestes assuntos específicos não houve inovação.