Percorrendo as aldeias circunvizinhas de Nazaré, Jesus chamou os Apóstolos, “deu-lhes poder sobre os espíritos imundos”, e os enviou, dois a dois, a pregarem a penitência. “Eles expeliam numerosos demônios e ungiam com óleo muitos enfermos e os curavam” (Mc 6, 7 e 12-13).
Após a ressurreição, o Senhor renovou esse envio: “Em meu nome… eles imporão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados” (Mc 16, 17-18; CIC, 1507).
O óleo tem por efeito natural restituir a saúde, despertar alegria e alimentar a chama; presta-se também para revigorar o corpo alquebrado pela fadiga. Estas qualidades do azeite simbolizam bem os salutares efeitos produzidos pela Unção dos Enfermos.
O Divino Salvador às vezes pede ao doente uma prova de fé, como no caso daquele grupo de cegos que Lhe imploravam a cura: “Credes que eu posso fazer isso? Sim, Senhor, responderam eles. Então Ele tocou-lhes nos olhos, dizendo: Seja-vos feito segundo vossa fé. E no mesmo instante, os seus olhos se abriram” (Mt 9, 28-30).