De vários leitores temos recebido o pedido de um esclarecimento a respeito da obrigação de contribuírem com o dízimo para suas respectivas paróquias.
Em sua maioria, alegam que já colaboram com outras obras da Igreja, como as missões, as vocações, orfanatos, etc., e perguntam se ainda assim precisam dar o dízimo.
A resposta é: sim. A Igreja sempre ensinou que é preciso “pagar o dízimo segundo o costume”.
Lamentavelmente nas últimas décadas, em virtude da crise religiosa que tomou conta do mundo, a grande maioria dos católicos perdeu a noção da importância dessa colaboração.
Em nossa edição de janeiro de 20051, o Pe. Caio Newton de Assis Fonseca já abordou esse tema, sublinhando que o dízimo encontra todo respaldo na Sagrada Escritura.
Mostra, igualmente, que o maior beneficiário do dízimo é o próprio dizimista, “pela simples razão de que o ato de dar nos aproxima de Deus”.
Acrescentamos que o dízimo é uma maneira de retribuir todas as dádivas que recebemos da Igreja, ajudando-a a sustentar seus ministros (nada mais natural), a desenvolver suas obras sociais, caritativas e educativas, a custear os gastos de manutenção dos edifícios sagrados, as secretarias, e os outros meios necessários para a evangelização.
Segundo a orientação da CNBB, não se determina mais um percentual para o pagamento do dízimo, que antigamente era definido como 10% do ganho do fiel.
Cada um deve escolher o valor de sua contribuição, “conforme as próprias possibilidades”.2
Nosso conselho é este: jamais deixe de pagar o seu dízimo, ainda que faça outro tipo de colaboração.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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