O “amém”, que expressa a adesão do fiel ao que acaba de ser proclamado, conclui quase todas as preces cristãs, inclusive o Pai-Nosso. Ora, quando rezada dentro da Santa Missa, a chamada Oração Dominical não termina com tal palavra.
Por que está ela excluída neste caso concreto? Pelo fato de termos, logo a seguir, um embolismo, isto é, um acréscimo, que desenvolve a última frase da oração: “livrai-nos do mal”.
Após pronunciá-la, o celebrante, mantendo as mãos estendidas, prossegue:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
E os fiéis respondem com a antiquíssima aclamação, utilizada desde os primeiros tempos da Igreja: “Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre”.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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