Ó Deus Onipotente e Eterno (São Tomás de Aquino)
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Ó Deus Onipotente e Eterno (São Tomás de Aquino)
Catecismo da Igreja Católica - 2008/11/04

Ó Deus onipotente e eterno, eis que me vou aproximar do Sacramento de vosso Filho Unigênito, Nosso Senhor Jesus Cristo. Venho como enfermo ao Mé­dico da vida, como impuro à Fonte de misericórdia, como um cego à Luz da eterna claridade, como pobre indigente ao Senhor do Céu e da Terra. Reclamo, pois, a abundância de vossas liberalidades infinitas, para que Vos digneis curar-me de minhas enfermidades, lavar-me as máculas, iluminar-me a cegueira, enriquecer-me a pobreza, vestir-me a nudez, de modo que possa receber o Pão dos Anjos, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores, com tanto respeito e humildade, tanta contrição e recolhimento, uma pureza e uma fé tão vivas, um bom propósito e intenção tais como requer a salvação de minha alma. Concedei-me, Vo-lo suplico, que eu receba não somente o Sacramento do Corpo e do Sangue do Senhor, como também o efeito e a força deste Sacramento. Ó Deus clementíssimo, já que me é dado receber o Corpo de vosso Filho Unigênito, Nosso Senhor Jesus Cristo, este mesmo Corpo que Ele tomou no seio da Virgem Maria, fazei que eu O receba com disposições tais que mereça ser integrado em seu Corpo Místico e contado entre seus membros. Ó Pai clementíssimo, concedei-me contemplar, enfim, face a face, por toda a eternidade, vosso Filho dileto, o qual, neste peregrinar terrestre, me preparo para receber sob os véus sacramentais. Ele que, sendo Deus, convosco vive e reina, em união com o Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.

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