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A misteriosa chaga do Padre Pio, conhecida após sua morte e misticamente
 
AUTOR: GAUDIUM PRESS
 
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Redação (Terça-feira, 13-12-2016, Gaudium Press) É conhecido por muitos que São Pio de Pietrelcina gozava, entre numerosos dons, das chagas da Paixão do Senhor, que assim como ocorria com a maioria dos estigmatizados, também lhe causaram profundas dores. Entretanto, os estigmas variam amplamente de estigmatizado a estigmatizado.

A misteriosa chaga do Padre Pio, conhecida após sua morte e misticamente.jpg

O Frei Modestino de Pietrelcina, filho espiritual e confidente Padre Pio, é quem trouxe à luz uma nova dor, uma nova e luminosa chaga do Santo.

Um dia, o Padre Pio contou a Frei Modestino que “uma das grandes dores que sentia era quando tinha que mudar a camisa”, peça de lã que estava em direto contato com seu torso.

Frei Modesto não compreendia o que isso significava verdadeiramente e acreditava que o Santo se referia à dor que podia produzir o contato com a chaga do lado, que reproduzia a chaga do lado de Cristo.

Em 4 de fevereiro de 1971, pouco mais de dois anos após a morte do Padre Pio, o superior de Frei Modesto o encarregou de recolher tudo que havia pertencido ao Santo e selar em bolsas. Foi aí que se deu conta de que na camisa, havia uma grande mancha até a altura do ombro direito, próxima da clavícula.

A mancha tinha um diâmetro de uns dez centímetros (mais ou menos o que se nota no Santo Sudário). Ao remover a camisa, pensou que a dor devia de ser tremenda no Padre Pio, uma vez que a chaga estava em carne viva.

“Informei, em seguida, este descobrimento ao sacerdote superior – recordou Frei Modestino, que me disse que escrevera um breve informe. Também o Padre Pellegrino Funicelli, que durante anos havia auxiliado o Padre Pio, me confiou que, ao ajudar muitas vezes o padre a trocar a camisa de lã que ele usava, notava sempre, às vezes no ombro direito e outras vezes no esquerdo, uma equimose circular”.

O Padre Pio também contou a João Paulo II

No livro “Autobiografia Secreta”, de autoria de Francesco Castelli, historiador, postulador da causa de beatificação de Karol Wojtyla – o Papa São João Paulo II – e professor de História da Igreja moderna e contemporânea, conta que o Cardeal Andrzej Maria Deskur, em uma entrevista, se referiu a um encontro em São Giovanni Rotondo, em abril de 1948, entre o então sacerdote polonês e o frade estigmatizado. Foi então que o Padre Pio revelou ao futuro Pontífice a existência da “chaga mais dolorosa”.

Em uma noite, uma dor aguda despertou Frei Modestino

Mas Frei Modestino queria uma confirmação daquele que estava na glória e que foi tão próximo dele durante muito tempo.

Em uma noite, antes de dormir, ele fez um pedido em sua oração: “querido Pai, se realmente tem essa chaga, dá-me um sinal”. Ele adormeceu. Mas, alguns minutos depois, enquanto dormia tranquilamente, uma dor aguda e repentina no ombro o fez despertar. Era como se alguém, com uma faca, tivesse descarnado o osso de sua clavícula. Se essa dor tivesse durado mais alguns minutos, a morte seria o seu destino.

Ao mesmo tempo, uma voz dizia-lhe: “Assim eu sofri”. Em seguida, um intenso perfume o envolveu e preencheu toda sua cela. Ele, então, sentiu o coração desbordante de amor a Deus, além de uma estranha sensação de ser privado desse sofrimento insuportável.

O corpo queria rejeitá-lo, mas a alma, inexplicavelmente, o queria. Era doloroso e, ao mesmo tempo, doce. E assim, ele compreendera todo o significado deste sofrimento de São Pio de Pietrelcina. (GPE/LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações ReligioenLibertad

 
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