Inúmeros foram os Papas que manifestaram o desejo de que o canto gregoriano acompanhasse as celebrações litúrgicas do povo de Deus.
Na Constituição Sacrosanctum concilium, 116, se afirma: “A Igreja reconhece como canto próprio da Liturgia romana o canto gregoriano; portanto, na ação litúrgica, ocupa o primeiro lugar entre seus similares”.
Também na recente edição típica do missal romano, apresentada no dia 22 de março passado, é reconhecido o papel fundamental do gregoriano na Liturgia (Veja mais informações na seção Aconteceu na Igreja e no Mundo).
A belíssima antífona gregoriana em louvor à Virgem Maria, que apresentamos neste artigo, tem sua origem no primeiro milênio da era cristã.
Sua composição é de autoria incerta. Há mais de mil anos, a Santa Igreja reza cantando esse hino de louvor à Imaculada Mãe de Deus.
Nas residências de vida comunitária dos Arautos do Evangelho, tal hino é entoado como o último ato da jornada. Com ele se encerra o dia sob a proteção da Rainha do Céu e da terra.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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