No fim da Audiência Geral de 18 de janeiro, o Santo Padre Bento XVI adiantou o tema de sua primeira Encíclica, publicada em 25 de janeiro.
Procuro demonstrar [nessa Encíclica] que o ato personalíssimo que nos vem de Deus é um único ato de amor. Ele deve também exprimir-se como ato eclesial, organizativo.
Se deveras é verdade que a Igreja é expressão do amor de Deus, daquele amor que Deus tem por sua criatura humana, também deve ser verdade que o ato fundamental da fé que cria e une a Igreja e nos dá a esperança da vida eterna e da presença de Deus no mundo, gera um ato eclesial.
Na prática, a Igreja, também como Igreja, como comunidade, em modo institucional, deve amar.
E essa chamada “Caritas” não é uma pura organização, como outras organizações filantrópicas, mas necessária expressão do ato mais profundo do amor pessoal com o qual Deus nos criou, suscitando em nosso coração o estímulo para o amor, reflexo do Deus Amor que nos torna sua imagem.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas