O primeiro sinal eloquente da maturidade eclesial dos Movimentos, como dizia João Paulo II, é o senso da comunhão.
Uma comunhão sempre mais estreita com o Papa e com os pastores, compartilhando dentro dela suas riquezas carismáticas, e uma comunhão fraterna entre as diversas realidades agregativas, chamadas a se abrirem para um conhecimento recíproco sempre mais profundo e a colaborarem em projetos comuns.
É reconfortante constatar que nesse sentido estamos vivendo um período muito promissor.
Isso é verdade também quanto à acolhida paterna e cordial que os pastores, em número crescente, vão reservando aos Movimentos nas respectivas Igrejas particulares, vendo neles um dom do Espírito, e não mais uma importuna intrusão, como às vezes aconteceu. […]
O segundo índice de maturidade eclesial para Movimentos e Novas Comunidades é o empenho missionário. Eles efetivamente prestam um grande serviço à missão evangelizadora da Igreja. Sua força de despertar nas pessoas ímpeto e coragem missionária é espantosa.
Como espantosa é sua “inspiração missionária”, a capacidade de encontrar sempre novas vias para fazer chegar o anúncio de Cristo aos corações dos homens de nosso tempo.
Os carismas dos quais nasceram essas realidades geram itinerários pedagógicos de iniciação cristã de extraordinária força persuasiva, e percursos de educação cristã que levam a viver a fé com radicalismo evangélico e a um empenho missionário alimentado por uma sólida e profunda espiritualidade.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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