Na Sagrada Escritura a água é considerada como símbolo de purificação moral: Deus “lava” as culpas do pecador (cf. Sl 50, 4). Durante a última Ceia, Jesus lava os pés dos seus discípulos. Diante dos protestos de Pedro, Jesus responde: “Se Eu não tos lavar, não terás parte comigo” (Jo 13, 8).
Mas é no Batismo cristão que a água adquire seu pleno sentido espiritual de fonte de vida sobrenatural, como o mesmo Cristo proclama no Evangelho: “Quem não nascer da água e do Espírito Santo, não poderá entrar no Reino de Deus” (Jo 3, 5).
Feito nova criatura, o batizado pode e deve orientar as relações com o seu semelhante e com toda a criação, conforme a justiça, a caridade e a responsabilidade que Deus quis confiar à solicitude do homem (cf. Gn 2, 15).
Nascem daí, para cada indivíduo, específicas obrigações no que diz respeito à ecologia. O seu cumprimento supõe a abertura para uma perspectiva espiritual e ética que supere as atitudes e os estilos de vida egoístas, os quais acarretam o esgotamento das reservas naturais.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas