Lembrai-Vos e tende presente, ó dulcíssima Virgem, que sois minha Mãe e sou vosso filho; que sois poderosa e eu sou um pobre homem, fraco e miserável.
Suplico-Vos, Mãe dulcíssima, que me governeis e defendais em todos os meus caminhos, em todas as minhas atividades.
Não me digais, graciosa Virgem, que não o podeis, pois vosso bem-amado Filho Vos deu todo poder no Céu e na terra. Não me digais que não o deveis, pois sois a Mãe comum de todos os pobres humanos, especialmente a minha.
Se não pudésseis, eu Vos desculparia, dizendo: “É verdade que Ela é minha Mãe e me ama como filho seu, mas, pobrezinha, faltam-Lhe recursos e poder”.
Se não fosseis minha Mãe, eu me resignaria, dizendo: “Ela é bastante rica para me ajudar, mas, infelizmente, não sendo minha Mãe, não me ama”.
Entretanto, ó Virgem dulcíssima, sendo Vós minha Mãe e sendo poderosa, como posso Vos desculpar se não vindes me reconfortar e não me prestais socorro e assistência?
Vedes assim, minha Mãe, que deveis atender a todos os meus pedidos.
Para honra e glória de vosso Divino Filho, tomai-me como filho vosso, sem levar em conta minhas misérias e meus pecados. Livrai de todo e qualquer mal minha alma e meu corpo, e dai-me todas as vossas virtudes, sobretudo a humildade.
Concedei-me, enfim, todos os dons, bens e graças que agradam à Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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