Ao contrário do mundo antigo pagão, em que os fracos eram desprezados e até escravizados, veio o divino Salvador pregar o amor ao próximo, especialmente ao mais necessitado.
Mãe solícita, a Santa Igreja Católica vem ao longo dos séculos pregando essa máxima evangélica a todos os povos.
Suscitando uma plêiade de almas que a tudo renunciam para se dedicar ao serviço dos pobres e desamparados, ela se desdobra para socorrer os sofredores e carentes, desprovidos por vezes até do necessário para a vida.
Regularmente, procuram os Arautos do Evangelho minorar o sofrimento desses nossos irmãos, levando-lhes um auxílio material ou espiritual.
Essas visitas são invariavelmente ocasião de graças, não só para as famílias, mas também para os jovens que as fazem.
A este respeito, centenas de casos poderiam ser relatados. Por exemplo, este de uma moça residente na favela Jardim Colombo, em São Paulo.
Ela estava de relações rompidas com a mãe e o irmão, e não sabia como acabar com essa triste discórdia familiar. Encontrando os Arautos numa rua da favela, pediu-lhes que levassem à sua casa a imagem da Virgem de Fátima.
Mal haviam estes entrado na pequena moradia, a mãe da jovem abraçou em prantos a imagem de Nossa Senhora, dizendo: “Este foi o maior presente da minha vida! O melhor presente que minha filha poderia ter me dado!”
Estava assim, aos pés da Virgem, reconciliada aquela família.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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