Desde o início da evangelização – afirma o Santo Padre – e ao longo de sua interessante história, o Espírito do Senhor suscitou nessas benditas terras maravilhosos frutos de santidade em homens e mulheres.
Estes, fiéis ao mandato missionário do Senhor, entregaram sua própria vida ao anúncio da mensagem cristã, inclusive em circunstâncias e condições heroicas.
Na base deste maravilhoso dinamismo missionário estava, sem dúvida, sua santidade pessoal e também a de suas comunidades.
Um renovado impulso da missão ad gentes, na América e a partir da América, exige também hoje missionários santos e comunidades eclesiais santas.
O chamado à missão está unido à vocação à santidade, esta, “um pressuposto fundamental e uma condição insubstituível para realizar a missão salvífica da Igreja” (Redemptoris missio, 90).
Ante tal chamado universal, devemos tomar consciência de nossa própria responsabilidade na difusão do Evangelho.
A este respeito, a cooperação na missão ad gentes há de ser sinal de uma fé madura e de uma vida cristã capaz de produzir frutos, de modo que as Igrejas particulares mais necessitadas recebam um impulso humano e espiritual que as ajude a caminhar com seus Pastores.
Para isso
não basta renovar os métodos pastorais, nem organizar e coordenar melhor as forças eclesiais, nem explorar com maior agudeza os fundamentos bíblicos e teológicos da fé: é necessário suscitar um novo anseio de santidade entre aqueles que são os colaboradores mais íntimos dos missionários. (Ibid)
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas