São Casimiro era tão casto que comunicava aos outros o desejo de serem puros. É bonito este fato, porque muitas vezes encontramos pessoas puras, mas a quem a Providência não deu o dom de tornar comunicativa sua pureza.
Sabe-se que são puros, admira-se, presta-se homenagem, mas sua virtude não é comunicativa. Ora, uma das melhores formas de fazer apostolado é ter essa virtude comunicativa que passa de uma pessoa a outra como que por osmose. E a castidade comunicativa é um dom enormemente precioso para se fazer apostolado.
Entretanto, como Deus está irado com o mundo, dons como esse se tornam raríssimos. Por isso precisamos recorrer a um São Casimiro, para compreender o que é a pureza convidativa e irradiante, a qual atrai as pessoas para a virtude que é o contrário da impureza, da voluptuosidade também conquistadora, que arrasta para o mal.
A virtude que arrasta para o bem é algo pouco visto em nossos dias e, no entanto, dá muita glória a Nossa Senhora!
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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