Ao falar da espiritualidade de uma ordem religiosa devemos fazer memória dos grandes santos da Igreja como: Santo Elias, São Bento, São Francisco, São Domingos e Santo Inácio de Loyola. A espiritualidade deles moveu a vida de outros que se achegaram e construíram uma forma de viver a fé muito particular, sempre em consonância com a Santa Igreja a ponto de moldar a sociedade no seu tempo.
No cerne do sonho de Deus para a humanidade, essa é a missão da espiritualidade Cristã: permear todos os âmbitos da sociedade para fazê-la retornar a Deus.
E, sendo a espiritualidade uma forma de viver unidos a Nosso Senhor Jesus Cristo, só nos é possível fazer isso sustentados no alicerce da Eucaristia, com a ajuda de Nossa Senhora e unidos na fé e pela defesa do Papado.
Lê-se nos nossos estatutos:
"A espiritualidade [dos Arautos do Evangelho] tem como linhas mestras a adoração a Jesus Eucarístico, de inestimável valor na vida da Igreja para construí-la como una, santa, católica e apostólica, corpo e esposa de Cristo (EE 25, 61); a filial piedade Mariana, imitando a sempre Virgem e aprendendo a contemplar n’Ela o rosto de Jesus (NMI 59); e a devoção ao Papado, fundamento visível da unidade da fé (LG 18)".
É desse modo que a buscamos viver a nossa espiritualidade, enquanto Cristãos, Católicos e Arautos do Evangelho.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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