![]() |
A formação de uma comunidade está evidentemente de acordo com a natureza humana, pois o homem é um ser eminentemente social. A ele agrada viver em sociedade, a fim de mutuamente todos se ajudarem para atingir um fim comum. Na vida em sociedade ele tem os meios necessários e úteis à conservação da sua vida, sem os quais não poderia viver plenamente. Sem esse apoio indispensável, ele estaria constantemente preocupado em repelir fatores hostis que o impediriam de conservar sua existência, vivendo, pois, uma existência de aflições e perigos.
"O homem nasceu para viver em sociedade, portanto, não podendo no isolamento nem se proporcionar o que é necessário e útil à vida nem adquirir a perfeição do espírito e do coração, a Providência o fez para se unir aos seus semelhantes, numa sociedade tanto doméstica quanto civil, única capaz de fornecer o que é preciso à perfeição da existência". (LEÃO XIII, Immortale Dei, n. 4)
A sociedade tem uma finalidade mais universal do que a própria família, pois ela deve proporcionar o bem-estar a toda a comunidade que dela participa. O bem comum é a meta da sociedade civil; desta maneira, os deveres e as obrigações de todos e de cada um são diferentes. Cada um deve se responsabilizar por aquilo que lhe compete e zelar pela manutenção do bem comum, que é o bem de todos.
Os cidadãos que constituem uma sociedade civil fazem parte de uma comunidade, a qual engloba todos os seus membros. Sejam eles ricos ou pobres, o destino da mesma sociedade interessa a todos, como a parte tem relação necessária com o todo. Devem-se, pois, ser observadas as leis da justiça de modo equitativo. Eles são a célula viva da nação de que fazem parte.
Pe. Leopoldo Werner, EP
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas
