Washington - Estados Unidos (Quinta-feira, 09-02-2017, Gaudium Press) O Secretariado para o Clero, Vida Consagrada e Vocações da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) publicou os resultados da mais recente pesquisa dos religiosos que realizaram sua Profissão de votos Perpétuos em 2016. O Cardeal Joseph Tobin, Presidente deste Comitê, agradeceu a participação das comunidades religiosas no estudo, dado a conhecer por ocasião da Jornada Mundial para a Vida Consagrada.
"A Igreja está agradecida por aqueles homens e mulheres que tem dado suas vidas a Jesus Cristo através da profissão dos votos finais", declarou o Cardeal Tobin. "Sua participação nesta pesquisa e a informação ganha com ela ajuda no trabalho da Igreja para motivar a todos a ouvir o chamado de Deus". Os encontros estão vinculados às práticas que favorecem o seguimento da vocação religiosa.
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As cifras coletadas pelo 'Center for Applied Research in the Apostolate' da Universidade de Georgetown confirmam a fórmula tradicional da Igreja para promover uma vida espiritual mais profunda: Quase nove de cada dez religiosos declarou participar em atividades de oração antes de ingressar ao instituto religioso, duas terças partes rezavam o Santo Rosário e assistiam a Adoração Eucarística ou tomavam parte em retiros espirituais. Seis de cada 10 acudiam a direção espiritual.
Um dos obstáculos encontrados nas respostas dos religiosos é a dúvida educativa, que afetou a uma minoria dos religiosos, mas que para eles significou um atraso no ingresso da vida consagrada de até quatro anos para poder concluir seu compromisso financeiro. A maioria dos novos religiosos de origem latina nasceram nos Estados Unidos (58%), enquanto que os de origem asiático são em uma imensa maioria (96%) nascidos no estrangeiro. O país com maior número de novos religiosos nos Estados Unidos (além da própria nação) é o Vietnã.
A média de idade do momento em que os novos religiosos consideraram pela primeira vez a vocação religiosa é de 19 anos, mas a metade deles tinham 18 anos ou menos quando lhe foi apresentada esta possibilidade. No entanto, a idade média da resposta a esta vocação é de 39 anos, com a metade dos religiosos de 36 anos ou menos. O menor dos religiosos a professar votos perpétuos têm 26 anos. (GPE/EPC)
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