Tucumán - Argentina (Sexta-feira, 17-06-2016, Gaudium Press) O XI Congresso Eucarístico Nacional Argentino, que se desenvolve em Tucumán e que irá até o próximo domingo, foi inaugurado ontem com uma multitudinária Missa realizada no Hipódromo de Tucumán, presidida pelo Arcebispo de Tucumán, e concelebrada pelo legado pontifício, três Cardeais, 50 Bispos e por volta de 200 sacerdotes.
A Missa foi assistida por 35 mil pessoas. Durante a celebração, Dom Alfredo Zecca, o Arcebispo da cidade, afirmou que o Congresso busca "dar graças a Deus pela presença constante de Jesus Cristo, Senhor da História, na história de nossa nação", e "para pedir que os argentinos possam fazer desta bendita terra uma grande nação justa e solidária, aberta ao continente e integrada ao mundo".
"Por nossa Pátria Argentina", é "a súplica que fazemos àquele que é 'Caminho, Verdade e Vida'", afirmou. "A Pátria é muito mais que o país ou a nação e é necessário que os argentinos voltem a falar da Pátria, que voltemos a valorizar seus sinais distintivos: o hino, a bandeira, a insígnia", disse.
Intervenção do Cardeal Re
Por sua vez o legado Pontifício, Cardeal Giovanni Battista Re, antes do início da celebração saudou aos congressistas e autoridades, e "de maneira particular aos jovens que, reunidos no espaço jovem, buscam experimentar vitalmente a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia". "Que este encontro os anime a que, fascinados por Ele, se animem a assumir o desafio da conversão e se lancem à transformação da Pátria do Bicentenário".
Além disso o Cardeal Re expressou que o Congresso "é um momento de graça na vida eclesial, uma grande festa da Fé, e um momento carregado de história civil pelo Bicentenário da declaração de Independência da Argentina". "Este aniversário nos compromete a construir juntos um futuro em justiça, concórdia, solidariedade e paz", disse.
"Queremos adorar e agradecer a Cristo Nosso Senhor, presente sob os véus do pão e do vinho, convencidos de que necessitamos dEle, porque sem Deus não há futuro. Nosso mundo contemporâneo, marcado por um grande processo, que fez mais confortável a vida, experimenta um vazio interior, que manifesta a ausência de Deus e a grande necessidade que temos dEle. Sem Deus, o homem e a mulher não se realizam a si mesmos e não melhoram a sociedade. Por isto dizemos: Jesus Cristo, Senhor da história, necessitamos de Vós", concluiu. (GPE/EPC)
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