Salvador (Segunda, 30-03-2009, Gaudium Press) Por muito tempo revestido de ouro e agora devastado pela ação dos cupins, o altar-mor da Catedral Basílica de Salvador começou a ser restaurado na última terça-feira (24), trabalho que deve durar pelo menos 1 ano e pode consumir cerca de 900 mil reais. O cuidadoso trabalho de restauro do altar, datado do século XVI, começou pelos 18 painéis, pintados pelo irmão jesuíta Domingos Rodrigues, que retratam passagens da vida de Jesus Cristo e ilustram a entrada do altar.
A recuperação está dividida em três etapas: resolução de problemas estruturais, com técnicas em carpintaria, em seguida, a desinfestação de insetos, e por último a fixação do dourado na base do altar, com a raspagem do produto falso e a aplicação de ouro antigo.
Técnica possibilitada por conta de uma parceria ítalo-brasileira, pela primeira vez será usado um equipamento que dispara feixes de laser, para a limpeza de pedra, madeira, metal e pintura. O equipamento já começou a ser testado. "A situação de conservação geral do altar é de muita degradação, mas recuperável", explica um dos restauradores envolvidos no trabalho, o italiano Gianmario Finadri.
O trabalho é feito por uma parceria entre a Fundação Maria Nóbrega, Cúria Metropolitana e a Associação ítalo-brasileira Opus Bahia. Em 2010, o altar recuperado será apresentado e começa a restauração dos altares laterais.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas