Redação (Quarta-feira, 14-02-2017, Gaudium Press) No mês de dezembro de 2016, o Papa Francisco completou 80 anos. Como forma de homenagear o Pontífice naquela ocasião, o Arcebispo Emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, escreveu o livro "Grandes metas do Papa Francisco", no qual apresenta um ponto de vista acerca do Pontificado de Francisco.

"Há alguns meses a Paulus me pediu para escrever algo neste sentido, então lembrei que o Papa completaria 80 anos de idade em dezembro passado. Então, decidi escrever um texto em homenagem a seus 80 anos e para tornar mais conhecido ao nosso povo as metas do Papa Francisco. Um texto simples e curto, para o nosso povo", contou Dom Hummes.
Através da obra, o Cardeal afirmou que busca apresentar a população católica as metas do Papa que traz a esperança.
"Espero fazer entender que com este novo Papa entramos num novo tempo. Um tempo cheio de novas esperanças, que nos animam. O Papa fala em reformas e isso é muito promissor. Ele tem um grande carisma de se fazer entender pelo nosso povo e mesmo pelas lideranças mundiais. Ele é hoje um líder mundial, mas sobretudo é nosso Pastor universal, que, em nome de Jesus Cristo, conduz a Igreja. O Espírito Santo o ilumina e não o deixa errar. Precisamos segui-lo confiantes", revelou.
Para o purpurado, a meta que mais desafia o Santo Padre e que ele busca superar é de transformar a Igreja toda em Igreja missionária.
"Ele mesmo diz que sua maior meta é transformar a Igreja toda em Igreja missionária, integralmente missionária, uma Igreja em saída e misericordiosa, pobre e para os pobres. Ele diz que a missão é ainda hoje o maior desafio da Igreja. A Igreja não pode se acomodar com o que já conseguiu, mas deve mover-se, caminhar para frente, não excluir ninguém e convidar todos a abandonar os conflitos, os ódios, os muros de separação e caminhar juntos como irmãos e amigos respeitando as legítimas diferenças e colaborando para o bem da humanidade, para a paz, acendendo luzes no caminho da história e anunciando Jesus Cristo, praticando a misericórdia, solidarizando-se com os pobres e sofridos, formando o Povo de Deus que se dirige ao Pai".
No livro, Dom Hummes também apresenta algumas reflexões, entre elas, "Novo papa, novo tempo"; "Chorar os mortos que ninguém chora"; e "Os pobres - Igreja pobre e para os pobres". (LMI)
Da redação Gaudium Press, com informações A12
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