Aparecida - São Paulo (Sexta-feira, 24-04-2015, Gaudium Press) A 53ª Assembleia Geral da CNBB, realizada no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, concluiu-se na manhã desta sexta-feira, 24 de abril, com uma Santa Missa de encerramento presidida pelos novos membros da Conferência, eleitos nessa última segunda-feira.
Na ocasião, estavam os mais novos membros da presidência da CNBB, o Arcebispo de Brasília, Dom Sérgio da Rocha, presidente; o Vice-presidente, o Primaz do Brasil, Arcebispo de Salvador, na Bahia, Dom Murilo Krieger; e o reeleito como Secretário Geral, o Bispo auxiliar de Brasília, Dom Leonardo Steiner.
No total, foram dez dias com atividade e encontros, além de debates e oração que finalizaram com a aprovação das Diretrizes Gerais para Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.
Aliás, Dom Sérgio, foi eleito 1º membro da Conferência para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família, que acontecerá em outubro, no Vaticano. Logo depois, foram as vezes do Bispo de Camaçari, na Bahia, Dom João Carlos Petrini; o Arcebispo de Mariana, em Minas Gerais, Dom Geraldo Lyrio Rocha; e o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer.
Além disso, o Bispo de Osasco, Dom João Bosco Barbosa de Sousa, recém eleito presidente da Comissão para a Vida e a Família, foi escolhido como 1º suplente para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família, sendo o segundo suplente o Bispo Auxiliar de Brasília, Dom Leonardo Steiner.
Entre os últimos detalhes discutidos ontem pelos bispos representantes da Assembleia estava a votação e aprovação do Santuário de São José de Anchieta como Santuário Nacional.
O Bispo Auxiliar de São Luís, no Maranhão, Dom Esmeraldo Barreto de Farias, aproveitou a oportunidade para apresentar aos jornalistas presentes no Santuário de Aparecida a mensagem pelos 50 anos do diaconato permanente, e comentou a marca fundamental de Jesus que é o servir, tema da Campanha da Fraternidade deste ano.
Dom Esmeraldo também agradeceu todos os homens que fazem parte do diaconato permanente, sendo mais de 3 mil diáconos que tiveram a oportunidade de receber a graça de serem sinal de cristo.
Por sua vez, o Bispo de Campos, no Rio de Janeiro, Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, sobre o Ano da Paz, celebrado pela Igreja em 2015, disse que estamos vivendo um momento de "Paz Agredida", considerada a falta da paz e o desejo da paz, a paz anunciada, que é a paz que vem de cristo e a paz restaurada, que é a vocação de sermos operadores da paz.
"A paz é um processo, um caminho. A missão da igreja é anunciar a paz e realizar o nascimento de Cristo em cada coração", explicou. (LMI)
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