Aracajú - Sergipe (Segunda-feira, 13-02-2017, Gaudium Press) Duas irmãs pertencentes à Congregação Santa Teresinha, em Aracajú, compartilharam da mesma alegria ao celebrarem, juntas, seus 50 anos dedicados à vida religiosa.

"Duas flores preciosas no jardim de Santa Teresinha", foi o que disse o Arcebispo Emérito de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa, as irmãs Maria Eleonora de Morais e Maria de Lourdes Oliveira Santos, ambas colaboradoras na Igreja sergipana.
Na ocasião, Dom Lessa presidiu a celebração dos 50 anos de vida religiosa das irmãs Morais e Lourdes, realizada na Catedral Metropolitana de Aracaju. Também estiveram presentes o bispo de Alagoinhas (BA), Dom Paulo Romeu Dantas Bastos, e vários sacerdotes, familiares, amigos e até irmãos da Congregação Santa Teresinha.
O momento mais especial da cerimônia ficou por conta da entrada da bíblia sagrada, conduzida por jovens do Instituto Dom Fernando Gomes, de vestes brancas, acompanhados de anjos que levavam o livro sagrado até o altar.
Em seguida, Dom Lessa agradeceu as irmãs pelo trabalho que fizeram ao seu lado e por todas as atividades desenvolvidas por elas nas comunidades em que passaram, cuidando de crianças carentes, de pessoas pobres e levando a mensagem de Jesus.
"Entrando na Congregação Santa Terezinha quando jovens, foram fiéis ao chamado de Deus e transformaram suas vidas em exemplo de amor e serviço. Consagradas, assumiram a missão cheias do amor do Espírito Santo, perseverando até hoje na consagração e na missão", destacou o prelado.
O Arcebispo também ressaltou o estado de saúde frágil da Irmã Morais, mas enfatizou sua força para conseguir superar dois cânceres quando muitos achavam que não iria conseguir. "Foi impressionante o saber viver dela, em passar por tudo isso com serenidade e confiança em Deus e chegar até aqui", declarou.
Por fim, Dom Paulo comentou sua presença na celebração. "Vim como irmão, como amigo para me unir a estas irmãs, pois celebrar cinquenta anos de vida religiosa, sobretudo nos tempos atuais, é um fato grandioso demais", enalteceu.
"Que fizemos nós, irmã Lourdes e eu, para merecer um tesouro? Nada! Deus, simplesmente, olhou para o nosso nada e nos chamou. O que fizemos foi nos colocar nas mãos Dele (...) Quando me perguntam se sou feliz, sempre respondo ‘sim'. Sinto-me privilegiada e amada por Deus pela vocação que abracei e digo aos jovens que não tenham medo de seguir a Jesus", expressou Irmã Morais. (LMI)
Da redação Gaudium Press, com informações Arquidiocese de Aracaju
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