Brasília (Quinta-feira, 30-06-2016, Gaudium Press) A Catedral Metropolitana de Brasília estava lotada, com mais de 2,5 mil fiéis no último sábado, 25, quando a Igreja da Capital federal celebrou a ordenação de nove sacerdotes.

Na ocasião, foram ordenados presbíteros os diáconos Caio César Biacchi; Marcelo da Silva Lima; Marcus Venícius de Sousa Alcântara; Paulo Rogério Fernandes dos Santos e Remilson Sousa Rocha; Isaac Silva Rocha; José de Paula Pinto; José Fernando Monsalve Marín e Mateus Pereira de Araújo.
Presidida pelo Arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, Dom Sergio da Rocha, e concelebrada pelos bispos auxiliares, Dom Marcony, Dom José Aparecido e Dom Valdir, a cerimônia contou ainda com a presença do bispo auxiliar emérito de Brasília, Dom Terra, do bispo auxiliar da Arquidiocese de Fortaleza, Dom Dom Rosalvo Cordeiro de Lima, e do clero da Arquidiocese de Brasília.
Logo no início da celebração, Dom Sergio agradeceu a todos os presentes e parabenizou, de forma especial, os familiares dos novos sacerdotes.
Em sua homilia, o prelado comentou do fato dos, então diáconos, se tornarem padres em meio ao Ano da Misericórdia. "A Arquidiocese tem a alegria de celebrar esta ordenação sacerdotal no Ano Santo da Misericórdia. Por isso, os novos presbíteros têm a graça de serem ‘padres do ano santo'".
Em seguida, lembrou que eles, como "padres do Ano Santo", devem ser sacerdotes santos que vão auxiliar a comunidade "a viver na santidade, pela palavra e pelo testemunho de vida", pois "a santidade dos sacerdotes deve ser sinal e estímulo para a santidade do povo de Deus".
Além disso, Dom Sérgio aconselhou os neo-sacerdotes acerca da necessidade de levar Deus ao povo sedento de amor e de misericórdia.
"Sejam presbíteros cheios de compaixão, que abraçam generosamente a missão tão bela descrita pelo profeta Isaías, cumprida plenamente por Jesus: "levar a boa nova aos humildes, curar as feridas da lama, pregar a redenção para os cativos e a liberdade para os que estão presos; consolar os que choram; proclamar o tempo da graça". Queridos irmãos que estão sendo ordenados: os pobres estão à espera da boa nova; os de coração ferido estão esperando por alguém que suavize as suas chagas; os cativos necessitam de liberdade; os que choram esperam por quem os console; todos anseiam pelo tempo de graça. Há muita gente esperando por vocês!".
No final, o prelado incluiu a comunidade na responsabilidade de rezar e ajudar os novos padres a permanecerem fiéis ao propósito de Deus.
"Ninguém é sacerdote por si mesmo, contando apenas com sua força e capacidades. Quem é ordenado diz seu "sim", sempre "com a graça de Deus", segundo o ritual de Ordenação. Por isso, quem recebe a graça do sacerdócio necessita muito da oração e do apoio fraterno para viver os ministérios recebidos, de modo santo e fiel. Por isso, peço a todos os irmãos e irmãs: rezem pelos nossos padres; ajudem os nossos padres a serem sacerdotes santos e misericordiosos, fiéis e felizes", concluiu. (LMI)
Da redação Gaudium Press, com informações Arquidiocese de Brasília
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