Nova York (Sexta-feira, 10-02-2012, Gaudium Press) A Hungria aprovou uma lei protetora da família. A nova disposição legal estabelece que esta instituição baseada no matrimônio entre homem e mulher, é uma "comunidade autônoma, estabelecida antes do surgimento da lei e do Estado" e que o Estado deve respeitá-la por uma questão de sobrevivência nacional.
A nova lei dispõe também que "a vida embrionária e fetal terá direito a ser protegida e respeitada desde o momento da concepção" e o Estado deverá fomentar "circunstâncias domésticas" para a atenção à infância. A lei também afirma que a responsabilidade primária de proteção dos direitos aos filhos é da família, e igualmente lembra os deveres dos filhos para com os pais, como respeito e o cuidado com os pais anciãos.
O objetivo da Lei é "criar um marco normativo previsível e seguro para a proteção da família e para a promoção do bem estar familiar, e exigir o cumprimento da Lei Fundamental".
A nova constituição da nação hungara, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2012, foi aprovada por 262 votos a favor e 44 contra em abril de 2011.
Além de obrigar a proteção da vida humana desde a sua concepção, a nova Lei Magna proíbe a tortura, o tráfico de pessoas, a eugenia e a clonagem humana.
Algumas agrupações internacionais questionaram que a nova Lei proíbe o aborto.
| Câmara alta do Parlamento da Hungria em Budapeste |
O especialista europeu em Direito Roger Kiska observa as novas leis húngaras como parte de uma crescente tendencia entre os Estados Europeus em proteger a vida humana e a família.
Con información de C-FAM.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas