| Segundo o Papa, Santa Catarina quis somente servir e fazer a vontade de Deus no serviço para os outros |
Cidade do Vaticano (Quarta-feira, 29-12-2010, Gaudium Press) O Papa Bento XVI presidiu nesta quarta-feira, 29, de manhã, na Sala Paulo VI, a primeira audiência geral depois do Natal. Em sua catequese, o pontífice falou sobre Santa Catarina de Bolonha; abadessa, nascida em família nobre, no dia 8 de setembro de 1843, em Bolonha, Itália, e que por esta razão recebeu a alcunha de "Bolonha.
Fundadora de um convento insipirado na regra de Santa Clara de Assis, Santa Catarina, segundo o Santo Padre, deixou-nos um belo programa de vida espiritual em sua obra chamada "As Sete Armas Espirituais". Este programa, declarou Bento XVI, consiste em: "procurar solicitamente comprir o bem; acreditar que, sozinhos, não poderemos jamais fazer algo de verdadeiramente bom; confiar em Deus e, por amor d'Ele"
"Que a grande humildade de Santa Catarina possa ser modelo para os homens modernos no formar uma autoridade credível e nos nossos esforços cotidianos em permanecer fiéis aos seus planos para as nossas vidas", desejou o Papa, acrescentando: "Ela não quis aparecer, ela não quis governar. Quis servir e fazer a vontade de Deus justamente no serviço para os outros. Para ela a credibilidade da autoridade se exprime no servir aos outros".
Nesta perspectiva, continuou o Papa , Santa Catarina fala conosco e a sua figura é muito moderna. "Sofreu tentações e dúvidas como nós, sentiu-se abandonada por Deus, viveu a escuridão da fé, mas em todas essas situações segurou sempre a mão do Senhor e caminhando pela sua mão encontrou a via justa, a via da Luz, e assim nos diz: coragem, não larguem a mão do Senhor", concluiu.
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