Washington - Estados Unidos (Quarta-feira, 18-05-2016, Gaudium Press) A Corte Suprema dos Estados Unidos chegou a uma decisão final sobre a demanda interposta pela congregação das Irmãzinhas dos Pobres contra o chamado mandato antinatalista: após receber das partes confirmação de que existem opções viáveis de conquistar um acordo que proteja a liberdade religiosa das demandantes, a Corte se absteve de pronunciar-se de fundo, deixou sem efeito as decisões prévias de outras instâncias e retornou o caso das Cortes de Apelações para realizar um acordo que satisfaça as partes.
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"A decisão unânime é uma grande vitória para as Irmãzinhas, para a liberdade religiosa e para todos os americanos", expressou Mark Rienzi, conselheiro sênior de The Becket Fund for Religious Liberty, instituição que acompanha as religiosas em seu processo legal. "A Corte aceitou a concessão do governo de que pode prestar esses serviços sem as Irmãzinhas. A Corte eliminou todas as decisões erradas das cortes inferiores e protegeu as Irmãzinhas das multas do governo".
De fato, a busca de um acordo com o governo foi o propósito das instituições católicas a partir do início da controvérsia. Em reiteradas oportunidades, a Igreja manifestou que sua luta a favor da liberdade religiosa era motivada pela pressão oficial a financiar abortivos, esterilização e anticoncepcionais através dos planos obrigatórios de saúde pagos pelos empregadores, e que o estado tinha outra formas de prover estes serviços objetáveis sem envolver aos crentes, que não podem fazer-se cúmplices destas ações.
As religiosas reclamavam uma exceção que já havia sido concedida a grandes corporações como Exxon, Visa ou o plano familiar das Forças Militares, mas que foi consistentemente negada às instituições de inspiração religiosa não incluídas em uma estreita lista de "empregadores religiosos". "Tudo o que queremos fazer é servir aos mais necessitados entre nós como se fossem Cristo mesmo", expressou a Madre Provincial das Irmãzinhas dos Pobres, Irmã Loraine Marie Maguire. "Esperamos servir aos anciãos pobres outros anciãos pobres outros 175 anos mais". (GPE/EPC)
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