Cidade do Vaticano (Quinta-feira, 11-12-2014, Gaudium Press) Em sua homilia de hoje, na Casa Santa Marta, o Papa Francisco baseou-se na leitura do Profeta Isaías e falou da maternidade de Deus, da ternura de Deus.
"É tanta a proximidade que Deus se apresenta aqui como uma mãe, como uma mãe que dialoga com seu filho: uma mãe, quando canta uma canção de ninar e toma a voz do menino e se faz pequena como o filhinho e fala com o tom do filho até o ponto de parecer ridículo, se alguém não entende o que de grande existe ai: ‘Não temas vermezinho de Jacob.
Quantas vezes uma mãe diz estas coisas ao filho, enquanto o acaricia! Eis que eu vos farei uma debulhadora, nova... te farei grande... E o acaricia, e o acerca a ela. Deus faz assim. É a ternura de Deus.
Ele está tão perto de nós que se expressa com esta ternura: a ternura de uma mãe. " É a ternura de Deus. Está tão próximo de nós que se expressa comesta ternura: a ternura de uma mãe".
O Papa insistiu na metáfora da relação entre mãe e filho: a criança "se deixa amar": "esta é a graça de Deus". O homem tem às vezes a tentação de "controlar a graça", de fazer dela "como que uma mercadoria ou uma coisa controlável", ou seja de reduzi-la a parâmetros humanos.
Para conhecer a ternura de Deus, o Pontífice recomendou aos presentes a leitura do livro de Isaías, no capítulo 41, do versículo 13 ao 20. (JSG-GPE)
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Da Redação Gaudium Press, com informação Rádio Vaticano
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