Cidade de Singapura - Singapura (Quarta-feira, 07-10-2015, Gaudium Press) Dom William Goh, Arcebispo de Singapura, emitiu uma Carta Pastoral ao final do Ano da Nova Evangelização, consagrado especialmente à Santíssima Virgem, Estrela da Nova Evangelização. Como balanço desta iniciativa, que qualificou como "a missão da Igreja universal e não simplesmente uma visão pessoal", o Arcebispo recordou algumas das características fundamentais de sua convocatória.
"Para cooperar na obra da nova evangelização se requer o mesmo Espírito que emponderou a Jesus em Seu ministério", recordou o prelado, que justificou desta forma seus reiterados chamados à oração e sacrifício para invocar a assistência do Espírito Santo durante o presente ano. "Como intercessão - junto ao jejum e a penitência?", questionou.
Cooperar na obra de Deus a imagem de Maria
Diante do ceticismo de alguns crentes ou o lamentável desdém daqueles que se distanciaram da missão, Dom Goh recordou que a Nova Evangelização não é uma obra de uma instituição humana, mas a obra de Deus mesmo através de limitados instrumentos humanos.
"Consequentemente, através da consagração da Nova Evangelização a Maria, todo católico está chamado a imitar a Maria sendo dócil ao Espírito Santo, cooperando com a graça de Deus através da oração e o jejum de forma que estando o Senhor conosco (como esteve com Maria) sejamos frutíferos", indicou Dom Goh.
O Arcebispo indicou que o final do Ano da Nova Evangelização não marca o término da missão, mas seu começo, e uma recordação que todas as atividades de apostolado devem ser feitas diante da Mãe da Nova Evangelização. "Ela continua sendo nossa modelo primária, uma inspiração, uma intercessora e, sobretudo, a Mãe da Boa Notícia mesma".
Dom Goh pediu aos fiéis "não cair no sono", mas "continuar com renovados paixão e zelo neste trabalho ao qual estamos chamados". Assim mesmo pediu despojar-se do orgulho, a indiferença, a dúvida e a preguiça e permitir "que a luz de Cristo brilhe sobre nós e através de nós para remover qualquer escuridão que nos rodeia. Necessitamos renovar nossa Fé e colocar-nos juntos de pé como pessoas de comunhão em missão para proclamar como Maria: 'O Todo-poderoso fez grandes obras em mim. Santo é seu nome'".
O prelado concluiu sua Carta pastoral indicando que é a luz de Cristo a que os crentes devem irradiar no mundo e que "devemos manter-nos contemplando" o rosto da Santíssima Virgem e o rosto de Cristo "para que não percamos nosso zelo e nossa paixão por estender o Evangelho". (GPE/EPC)
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