A Hungria deu à Igreja numerosos Santos, oriundos de todas as camadas sociais.

É o único país que tem a glória de venerar sobre os altares três de seus Reis: Santo Estevão, Santo Américo e São Ladislau. Mas Santa Isabel é, sem dúvida, a mais venerada pelo povo húngaro.

Ela não foi uma figura isolada em seu tempo, em plena Idade Média, a Doce Primavera da Fé. Era sobrinha de Santa Edwiges, Duquesa da Polônia, e tia da suave Santa Isabel, Rainha de Portugal.

Com as graças que alcançou do Céu, e o exemplo de sua vida, obteve a conversão dos dois cunhados.

A de Conrado foi mais radical: acompanhado por seus companheiros de armas, dirigiu-se a Roma – todos a pé e descalços – a fim de pedir perdão ao Papa por seus desmandos.

Depois de cumprir a penitência imposta pelo Pontífice, entrou para a Ordem de Santa Maria dos Cavaleiros Teutônicos.

Em 1143, adoeceu ele mortalmente. No leito de dor era tal a pureza de sua alma que a presença de qualquer pessoa em estado de pecado mortal lhe causava dores fortíssimas. Morreu pouco depois, inebriado já da glória celestial.